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Este blog pertence ao Tradicionalista Sérgio Spier, vulgo Pepecão (nome artístico) para os correligionários da tradição que me conheceram nos anos 70, 80. Posto discussões da Política e do Tradicionalismo vigente além de temas didáticos para pesquisas culturais.


28 de dez de 2010

NOTA DE APOIO A BELMONTE

Companheiros Tradicionalistas

Um minuto de reflexão, antes que lave a água do mate.
Paramos para pensar nos rumos do Movimento Tradicionalista.
Sem desmerecer o trabalho feito até aqui por todas as administrações que passaram pelo MTG.
O Movimento cresceu muito. Administrá-lo se tornou uma tarefa muito difícil. Tarefa esta que com o passar do tempo, exercida pelo mesmo grupo passou a criar "vícios" da continuidade, coisa natural a qualquer administração.
Entendo que é salutar para o próprio Movimento estabelecermos esta mudança. Uma mudança que as entidades tradicionalistas clamam por ela.
MUDANÇAS ...
As mudanças devem acontecer para que se dê oportunidade a novas idéias
Mudar não significa apagar o passado de glória.
Mudar não significa dizer que o que tudo que foi feito estava errado, ou que o MTG é uma terra arrasada e que vamos reconstruir tudo de novo.
Mudanças não significam dar um novo rumo ao Movimento.
As mudanças representam uma inovação na forma de administrar e rever metas e planejamentos.
Entendo também que a Chapa União Pela Tradição não tenha o segredo e a solução para resolver tudo.
Mas pelo fato de se unirem em torno de uma idéia na busca desta oportunidade que surge e pelo compromisso que firmam diante das entidades que são a base do sistema, numa proposta nova de trabalho, merecem a nossa reflexão.
Por tudo isto eu apoio a chapa do companheiro Flavio Belmonte.
Mas apoio com muita convicção a chapa UNIÃO PELA TRADIÇÃO.

Cesar J Tomazzini Liscano
Coordenador da 1a. RT

22 de dez de 2010

NATAL NA VISÃO DE PAIXÃO CORTES


O folclorista João Carlos Paixão Côrtes condena as recentes encenações natalinas nas quais o Papai Noel aparece vestido com trajes típicos gaúchos. 'Isso não existe', cutuca o historiador de 75 anos, nascido em Santana do Livramento que, junto com Barbosa Lessa, é responsável pela maior garimpagem de temas folclóricos e populares do Rio Grande do Sul, incluindo danças, culinária, trajes e instrumentos musicais.

Conforme o tradicionalista, a figura do velhinho surgiu no Rio Grande do Sul após a 1ª Guerra Mundial, baseada em um santo (São Clauss para os nórdicos europeus) da Igreja Católica. 'Foi criado pelo desenhista Tomas Nast, que se inspirou em um poema de seu compatriota norte-americano Clemente Clark Moore.' Além disso, diz Paixão Côrtes, a indústria comercializa e profaniza essa figura. 'Nast deu-lhe forma, traços e cores, restaurou a cor vermelha da roupa do velho bispo Nicolau e acrescentou uma capa também rubra. O caricaturista inventou um gorro vermelho e, mais tarde, a roupagem de inverno foi simplificada para um gibão, uma espécie de calça abombachada.

De acordo com o folclorista, os organizadores dos eventos precisam valorizar o Natal tipicamente gauchesco, abandonando pinheiros europeus, trenós e roupas de lã. 'O verdadeiro Natal Gaúcho é uma festa da família, onde se comemora o nascimento de Cristo diante de um presépio, representativamente, com a presença do Menino Jesus na manjedoura, com burrico, vaquinha, ovelha, cânticos fundamentados em mensagens de um cristianismo puro e singelo, anunciando a chegada dos Reis Magos', ensina o pesquisador.

Paixão critica nomes utilizados em algumas encenações como 'Guri de Nazaré' ou 'Prenda do Céu'. Para ele, 'querem agauchar a religião'. Acrescenta que o folclore rio-grandense é rico e os Ternos de Reis, por exemplo, constituem uma tradição que deveria ser preservada. 'Nossas comunidades açorianas a praticam há muito tempo', observa.

Sempre que se aproxima o fim do ano, vejo entristecido que a querência vai se deixando envolver, mais pelas fantasias das luzes da cidade, pela ambição de um certo comércio, sedento de grandes lucros. Refiro-me ao PAPAI NOEL e ao NATAL.

Desde meus tempos de piá, cruzando a linha divisória que une Santana do Livramento à Rivera (Uruguai) e, anos mais tarde, quando em pesquisa sobre música folclória, visitei o Paraguai, Argentina e Bolívia, verifiquei ainda a diferença das comemorações do Ciclo Natalino desses países com o nosso.

Aliás, da América Latina, é, mais freqüente no Brasil, que apareça a figura, misto de "Lucifer-santo", atemorizando as crianças travessas e faltosas, prometendo-lhes varas de marmelo e, quase ao mesmo tempo, com um saco de brinquedos às costas, estende a mão aos guris comportados, oferecendo-lhes "bondosamente" presentes.

Na maioria dos demais países sul-americanos, não encontramos Papai Noel distribuindo presentes no Natal, como acontece em nosso país.

A verdadeira tradição natalina rio-grandense é aquela em que se comemora o dia do nascimento de Cristo, diante de um presépio, com Menino Jesus na manjedoura, com burrico, vaquinha, ovelha, cânticos, anunciando a chegada dos Reis Magos...

Este é o verdadeiro NATAL GAÚCHO Festa da família. "Dia de Navidad" como denominam os países de língua espanhola na América do Sul.

Qual a razão do renascimento do culto de uma árvore, tão difundido entre os povos mais primitivos? De onde é, este tipo de pinheiro, estranho ao nosso, que se desenvolve em determinadas regiões do Brasil?

Imaginem só! No mais forte do verão, aqui, um Papai Noel vestido com grossas roupas de lã, capuz, todo respingado de neve, descendo, de botas, de uma chaminé ou sentado em um trenó, puxado por gamos...

Velinhas e bolinhas coloridas completam os enfeites das mesas onde são servidas nozes, tâmaras, torrones, chocolates, ameixas secas, passa, etc, alimentos de alto teor calorífico, próprios para o inverno, em pleno clima europeu...

Tudo isso num país tropical como o Brasil!!!

Entretanto, tentemos encontrar, na história universal das festividades natalinas, algumas explicações para o surgimento de certos acontecimentos, hoje vividos em muitos rincões do mundo.

No Rio Grande do Sul

O nosso homem do campo desconhece as comemorações do natal à maneira como hoje são usuais nas cidades, como uma árvore de neve, enfeitada, e de presentes ansiosamente esperados, com um Papai Noel atemorizando os guris travessos ou fazendo elogios ao bom filho. Isto não quer dizer que no campo os homens tenham se esquecido das mensagens cristãs de Natal, a entrada do Ano Novo e o Dia de Reis. Se o dia primeiro de janeiro é festivamente assinalado por um churrasco e "ressacas", não menos vibrantes são os festejos de Natal, com os "Ternos de Reis" - grupos musicais que anunciam, de rancho em rancho, de casa em casa, o nascimento do Salvador.

O objetivo desta visita varia de um terno para outro: alguns visam unicamente louvar a memória de Jesus Menino; outro terno visa propiciar aos cantadores uma doce retribuição ao desgaste de suas cordas vocais, através de fartos comes e bebes que os donos da casa nunca se esquecem de oferecer. Finalmente, há aqueles que, oprimidos pelas necessidades materiais que muitas vezes afligem nossos trabalhadores rurais, saem "pedindo os reis", na certeza de que ao menos no campo ainda não se esqueceram de toda as lições de fraternidade que Cristo legou aos nossos homens de beM.

Concordamos inteiramente coma visão de Paixão Cortes, tem mjita gente inventando e pouco pesquisando.
(Sergio Spier)

Fonte: Blog Leo Ribeiro.

20 de dez de 2010

UNIÃO PELA TRADICÃO - MTG 2011

M.T.G. 2011

Amigo Tradicionalista

CONCEITO DE “MUDANÇAS”-Para quem quer ou não quer entender.

Nem sempre o ato de mudar, significa rasgar a historia ou esquecer o que foi e esta sendo feito, o fato de não conseguirmos efetuar algumas mudanças, quando teoricamente temos o poder para isso, também não significa que não tentamos. Todas as mudanças enfrentam barreiras, interesses pessoais, coragem e medos, fatores que normalmente procuram entravar o ato de mudar.

Quando falamos em mudar para melhorar, estamos nos referindo a práticas e ações que vem sendo habituais no nosso MTG e que não são as melhores para condução do nosso movimento e não é por falta de vontade, coragem e insistências que muitas pessoas vem tentando efetuar estas mudanças, porem esbarram nos outros fatores que rondam o ato de mudar, o medo, as barreiras e os interesses pessoais.

O que queremos e tentamos mudar que não conseguimos nos últimos anos:

- Que o Conselho Diretor tenha acesso as contas da FCG, nem que seja apenas para conhecimento.
- Que o Conselho Diretor tenha acesso para conhecimento prévio dos contratos feitos pela FCG.
- Que funcionários da FCG sejam proibidos de ganhar comissões paralelas dos patrocinadores.
- Que a atuação do MTG e da FCG na Semana Farroupilha de Porto Alegre, seja revista e discutida pelo Conselho Diretor.
- Que a Presidência seja mais atuante nas ações em beneficio das Entidades, e não apenas um convidado de honra para os seus eventos.
- Que as ações e decisões da Presidência, sejam repartidas e comunicadas ao Conselho Diretor e Diretoria.
- Que o MTG não gaste o que não tem para favorecer interesses pessoais ou de outras instituições.
- Que o MTG valorize mais a sua Marca, não se entregando as exigências dos patrocinadores sem uma prévia discussão no Conselho Diretor.
- Que a FCG cumpra com seus objetivos Estatutários em beneficio do MTG.
- Que não se ouçam apenas poucas vozes na condução do MTG e da FCG.
- Que assuntos relevantes não sejam colocados de forma direcionada ao Conselho Diretor, para que este aprove sem ter o conhecimento que deveria.
- Que seja revisto o pagamento de 1,50 por cartão para a CBTG, questão aprovada pelo CD por falta de conhecimento do prejuízo que esta ação daria para FCG.
- Que os nossos eventos (todos) sejam realmente custeados pelos patrocinadores e não pelas Prefeituras que cediam os mesmos, ficando estes patrocínios para custearem outras despesas, muitas vezes desnecessárias.

Para comprovar isso, basta perguntarem aos promotores das inter-regionais, dos últimos Congressos, das Convenções, Cirandas, Entreveros e aniversários, quem pagou a conta? Quanto entrou dos patrocinadores do MTG e FCG?

Poderíamos listar aqui mais um numero grande de mudanças que são necessárias a muito tempo, e podem ter certeza que todas estas mudanças vem sendo insistentemente tentadas ao longo dos últimos anos, porem como já foi dito, ESBARRAM, nos interesses dos que preferem que continue tudo da mesma forma. Também alguém haverá de dizer, que não conhecemos a Fundação, realmente ninguém conhece, a não ser o Presidente que é comum as duas instituições, sendo assim, nos damos ao direito de tirar conclusões baseadas no pouco que nos é repassado e no que enxergamos no dia a dia.

Daí, perguntam...Se não concordavam, porque continuaram nos cargos?
Daí respondemos... Para justamente continuar tentando as mudanças, porque somos tradicionalistas conscientes e entendemos que não é abandonando o barco que vamos resolver os problemas, mas sim permanecendo nele, nem que seja apenas para atrapalhar um pouco aqueles que só visam seus interesses pessoais e que fazem de tudo para que ele afunde caso não navegue na direção que eles querem.

Por isso companheiros, o ATO DE MUDAR, nem sempre é conceituado por rasgar a historia ou fazer promessas politiqueiras, mas sim lutar para que as coisas melhorem não só para alguns, mas para todos os tradicionalistas e principalmente para a juventude que vai nos suceder.

FLÁVIO BELMONTE R. DA SILVA -15.ª RT - Presidente
JOÃO JOSÉ NEY - 30.ª RT - Vice- Financeiro
MARÍLIA DORNELLES - 8.ª RT - Vice - Cultura
JOSÉ MARIA DE VARGAS - 1.ª RT - Vice- Administrativo
PAULO ERNANI KLAFKE -14.ª RT - Vice- Eventos

1 de dez de 2010

INSTITUIDO O DIA DO TROPEIRISMO

A Assembleia Legislativa aprovou na sessão de 30/11/2010, o PL 222/2010, de autoria do deputado Francisco Appio, que institui o Dia Estadual do Tropeirismo, sendo comemorado no dia 20 de abril.

De acordo com o parlamentar, a data serve para resgatar a importância dos tropeiros no desenvolvimento do Rio Grande do Sul, em seus primórdios e incentivar o estudo, pesquisa e divulgação do momento de nossa história.

Na Justificativa do PL 222/2010, o parlamentar lembra o trabalho de Paixão Côrtes, na pesquisa do Tropeirisimo Biriva (veja a publicação em www.appio.com.br) e os seminários realizados pela Professora Lucila Sgarbi, na cidade de Bom Jesus.

O projeto, aprovado por 46 a 0, vai agora ao Palácio Piratini onde a Governadora Yeda Crusius deverá sancioná-lo e publicá-lo até o dia 20 de dezembro.

Appio destacou o trabalho e empenho do Relator na CCJ - Comissão de Constituição e Justiça, deputado Ciro Simoni, que com Parecer Favorável, agilizou a aprovação da proposta.

JUSTIFICATIVA - A instituição do DIA ESTADUAL DO TROPEIRISMO, na data de 20 de abril de cada ano, no Calendário Oficial do Estado, resgata a importância dos tropeiros no desenvolvimento do Rio Grande do Sul, em seus primórdios e incentiva o estudo, pesquisa e divulgação do extraordinário momento de nossa história.

Responsáveis pelo comércio e transporte de mercadorias, quando não havia estradas, trens e aviões, os tropeiros marcaram a história dos gaúchos, com a marca do heroísmo, coragem, desbravamento e desenvolvimento.

Foram eles, os tropeiros, os responsáveis pela demarcação da maioria das estradas e rotas do Estado, bem como a definição de municípios, cidades e pousadas. Na cultura, tiveram um papel primordial, na introdução de usos e costumes, na música, dança, gastronomia e comportamento.

Os historiadores e pesquisadores Paixão Côrtes, Lucila Sgarbi dos Santos e Luiz Antonio Alves, entre outros, dedicam-se a resgatar, promover, divulgar e preservar a cultura do TROPEIRISMO, em seus seminários, livros, palestras e conferências.

O mais importante dos eventos, realizado anualmente em abril na cidade de Bom Jesus, destaca com profissionalismo e seriedade a história dos velhos tropeiros e sua importância regional.

Dedicar o 20 DE ABRIL - DIA ESTADUAL DO TROPEIRISMO – aos verdadeiros descobridores de boa parte do Estado é fazer justiça e oportunizar o bom debate do papel dos tropeiros na história rio-grandense.

Sala de Sessões - Deputado Francisco Appio

fonte? blog Leo Ribeiro

CAMPEIROS, 50 DE TRADICIONALISMO

O CINQUENTENÁRIO DO PIONEIRO I

Bueno! Uma vasta programação tradicionalista está programada para os festejos dos 50 anos do pioneiro da cidade – o CTG Campeiros do Sul, onde destacamos desde já o 8º Rodeio Artístico e Cultural, que será realizado dias 10, 11 e 12 de dezembro. Eis a programação:
Dia 10 de dezembro – sexta-feira:
20h30min - Solenidade de Abertura;
2h15min - missa Crioula;
22h - tertúlia livre
Dia 11 de dezembro – sábado:
8h30min – Declamação;
9h - Bocha campeira mista e bocha sul americana feminina;
9h - Mais prendada prenda;
10h - Chula e Tava;
13h – Tetarfe;
14h – Causo;
15h - Gaita ponto e piano;
16h - intérprete vocal e escova;
18h30min - dança de par (por categoria, mirim, juvenil adulta e xiru);
19h30min - dança de fandango;
20h30min - resultado mais prendada.
Dia 12 de dezembro – domingo:
8h30min - danças tradicionais Mirim e Xiru;
8h30min – Truco;
9h - Bocha sul-americana masculino;
13h – chula;
13h - danças tradicionais - Juvenil e Adulta;
21h - Provável entrega dos resultados
Informações com o patrão Natálio pelos fones 051.3483.6510 ou 051.9107.5113. O CTG fica na Av. Maringá, 720.

O CINQUENTENÁRIO DO PIONEIRO II

Bueno! Nos dias 13 a 17, a partir das 20h30min, teremos palestras sobre a nossa cultura, esporte, lida campeira, meio ambiente, poesia, dança, canto e outras, sermpre a cargo das entidades tradicionalistas co-irmãs da nossa cidade; no dia 18:
às 20h30min – grande jantar de aniversário;
às 21h30min – formatura do curso de danças de fandango;
às 22h - homenagem aos ex-patrões e convidados de honra;
às 23h inicia o grande baile com Régis Marques e Grupo Rodeio e no dia 19 de dezembro, às 17h será inaugurado o chimarródromo, sendo o primeiro em um CTG em Alvorada. É o pioneiro sendo pioneiro novamente!
Salientamos que o rodeio e o baile de aniversário integram o calendário oficial de eventos elaborado pela subcoordenadoria, junto com as entidades tradicionalistas no início deste ano.

Fonte: Blog do CTG Amaranto Pereira

ALVORADA PERDE DJALMA NEVES


Bueno! A notícia caiu como uma bomba ontem à noite no município de Alvorada, pois faleceu, depois de mais de trinta dias de hospitalização o atual Secretário Municipal de Obras e Viação (SMOV).

Antes de tudo, Djalma era um tradicionalista e frequentava os galpões dos CTGs da nossa cidade e foi na gestão do prefeito José A. Apolo do Amaral, tendo Djalma como vice-prefeito, junto com as nossas lideranças tradicionalistas da época, que o nosso CTG criou vida, conforme consta no livro Raízes de Alvorda:


A Conquista da “Terra”
O CTG Amaranto Pereira foi comandado por Alfredo de Melo Sussel, um gaúcho-catarinense de Caibi, sendo patrão na primeira e segunda patronagens (sócio fundador de ficha nº 1). Nestas duas gestões foi conquistada a área de terras junto ao poder público municipal, conforme diz o Decreto Lei nº 1584/96, onde foi prefeito na época o Sr. José Arno Apollo do Amaral. A expedição do decreto de comodato da área do CTG aconteceu no dia 8 de julho de 1996, pelo Sr. Luiz Carlos Telles Lopes, Secretário Municipal de Administração, sendo a área escolhida pelo então Vice-prefeito, Sr. Djalma Nogues Neves, que posteriormente foi escolhido como patrono da entidade. Os registros de toda a documentação do CTG, perante o poder público municipal e junto ao cartório foi feita pelo Sr. Paulo Ramos, que na época era Secretário Municipal da Habitação.


De acordo com a Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura, o velório está acontecendo na Câmara Municipal de Vereadores e o enterro será realizado à tarde em Viamão.

Fonte do retrato! Sítio da Prefeitura Municipal de Alvorada - RS - http://www.alvorada.rs.gov.br/

fonte: blog do CTG Amaranto Pereira