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Este blog pertence ao Tradicionalista Sérgio Spier, vulgo Pepecão (nome artístico) para os correligionários da tradição que me conheceram nos anos 70, 80. Posto discussões da Política e do Tradicionalismo vigente além de temas didáticos para pesquisas culturais.


25 de mai de 2010

ORDEM DOS CAVALEIROS DE ALVORADA

Segue abaixo a relação dos cavaleiros pertencentes a ordem outorgados em 2008:

(ASPIRANTE)
Marcus Vinícius Pereira Hidalgo

CAVALEIROS TÍTULO RIOGRANDENSE (3° GRAU)
Adão Jorge Eisermann
Alcione Rocha Silva (sony)
Alex Ubirajara Eisermann
Antão Abade Alves Hidalgo
Fernando Roque Eisermann
Lairton Rodrigues de Lima (tiago)

TÍTULO “ANTÔNIO DE SOUZA NETO” (2° GRAU)
Aparício Machado
Arcendino da Silva
Huan Rodrigues Kuse
Iolando Maurício Campos Machado
Jairo Hoffmann da Silva
João Pedro Rott
João Ronaldo Porto Fagundes
Luis Henrique de Paula Franzen (fuca)
Mário Sérgio Knieling de Araújo (lulu)
Paulo Luiz Flach
Rogério Ramos de Brito
Valdecir Delfo da Silva (ciso)
Valdevino Rodrigues da Silva

TÍTULO “GEN. BENTO GONÇALVES” (1° GRAU)
Hélio Estácio Azambuja Pacheco
Vladimir Kuse (mano)
Wernek Bandeira da Costa

Fonte : Sergio Spier

CORONEL CELSO SOARES

Segue abaixo algumas propostas do finado Coronel Celso no 52º Congresso Tradicionalista na cidade de Cachoeirinha, CTG Rancho da Saudade em 13, 14 e 15 de Janeiro de 2006.

Inclusão das Cavalgadas Oficializadas pelo MTG na Lei Estadual nº 11.719, como componentes da cultura popular sul-riograndense
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propõe que seja feita a inclusão das cavalgadas oficializadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcha na Lei Estadu-al nº 11.710, de 07 de janeiro de 2002, como um dos componentes da cultura popular sul-riograndense, juntamente com os rodeios crioulos. O Relator Airton Timm deu parecer favorável, desde que tenha o referendo a essa sugestão para que o Presidente encaminhe ao Legislativo Estadual inclusive com as diretrizes e regulamentos das cavalgadas.

Todo patrão eleito terá um deslocamento a cavalo em sua posse
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que o Patrão ou dirigente de uma entidade tradicionalista, quando da sua posse, deverá ter um deslocamento a cavalo composto por tradicionalistas (quando possível). O Relator Dauro Soares foi favorável, desde que não haja imposição e sim deixa como sugestão.

Criação de comissão para implantação de escolas de 1º e 2º Grau
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que seja aprovada a criação pelo Congresso Tradicionalista, de comissão no sentido de que, em curto espaço de tempo, o MTG possa criar e dispor de escolas de 1º e 2º graus; e a médio prazo, de sua própria universidade.

Fonte: Edição nº 83 da REDE DE INFORMAÇÕES DA 1ª RT em 25/01/2006 Waldemar Engroff

SIGNIFICADO DE PONCHE VERDE

Qual o significado da expressão PONCHE VERDE?

Segundo a lenda, no século 19, quando os uruguaios tinham a posse da região da fronteira onde hoje é o município de Dom Pedrito, um soldado uruguaio, ao observar o banhado da região do Rio Santa Maria, comentou: "Parece um poncho verde", comparando a tradicional veste gaúcha com a cobertura verde da região. Provavelmente tal soldado nem ficou sabendo que o elogio acabou batizando a região. Nem da importância histórica que a mesma teria. Em 26 de maio de 1843, foi palco de decisiva batalha entre farroupilhas e imperiais. Dois anos mais tarde, em 28 de fevereiro de 1845, no mesmo lugar, foi assinado o tratado de paz do Poncho Verde, que selou o fim da Revolução Farroupilha.

Fonte! Edição nº 83 da Rede de Informação da 1ª RT em 2006, escrito por Waldemar Engroff - Jornal Zero Hora do dia 22 de janeiro de 2006

HINO DE ALVORADA

Por força de lei municipal em Alvorada, todos os eventos solenes do municipio é executado ou cantado o Hino de Alvorada.
É de praxe em Alvorada, quando da abertura de rodeios e / ou encerramentos, todas as rondas gaúchas e em outros momentos a sua execução.

Vai abaixo a letra deste lindo Hino escrito por Estelamaris, para que possamos socializar o hino entre os alvoradenses, inclusive para alguns vereadores e secretários de governo que ainda não sabem cantar o mesmo nas solenidades.

Autora: Estelamaris Oliveira Cezar

Alvorada, terra amada
Valorosa e altaneira
És gloriosa e valente
Com orgulho és Brasileira.
Este povo que trabalha
Seu suor te faz crescer
Força, garra e coragem
O amor faz renascer.
Refrão: Alvorada, Alvorada
Sempre um novo amanhecer
És orgulho desta gente
Que te exalta e faz crescer.
Alvorada, brilha forte
Como o sol que vai nascer
Oh cidade abençoada!
És lição de bem viver.
Esta gente hospitaleira
Abre os braços com amor
Faz daquele a quem acolhe
Uma jóia de valor.
Alvorada sempre unida
Sem ter medo de avançar
Faz da solidariedade
Sua luz sempre a brilhar.
Este sol que nos aquece
Clareando em nossa história
Horizonte de esperança
Conduzindo para a glória.

COMENTÁRIOS DE UMA HOLANDESA SOBRE O BRASIL

Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos enquanto que no Brasil se maximizam os negativos.
- Aqui na Holanda os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
- Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
- Nos Estados Unidos e na Europa ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo ou de lavar as mãos antes de comer.
- Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com a mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
- Em Londres existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal e tem fila na porta.
- Na Europa não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante o garçom ria na sua cara, porque não existia. Fumam até em elevador.
- Em Paris os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.
- Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura.
- Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece geralmente na hora em que estamos emotivos.
- O Brasil tem uma língua que apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua portuguesa.
- Os brasileiros mais esclarecidos sabem que têm muitas razões para resgatar as raízes culturais.
Os dados que seguem são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas últimas eleições, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil há quatorze fábricas de veículos instaladas e outras quatro se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre sete e quatorze anos, 97.3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros brasileiro é maior do que o da Itália, com mais de cinqüenta mil títulos novos a cada ano?
13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
14. Que as agências brasileiras de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
15. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
16. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do mundo?
17. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? Já caçaram até um Presidente.
18. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
19. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
20. Que os brasileiros são considerados os maiores amantes do mundo, enquanto que os ingleses e os árabes são os piores?
21. Que os brasileiros tomam banho todos os dias, às vezes mais de um por dia, enquanto que os europeus tomam em média um por semana? O país do mundo onde a Gessy Lever mais vende sabonetes é o Brasil.

Por que será que o brasileiro tem a mania de só ser nacionalista e patriota durante a Copa do Mundo?

Se fosse assim todos os dias, vibrador como é durante a Copa, talvez hoje o Brasil seria uma super potência.
Com essa atitude talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras todos irão, pelo menos por alguns momentos, refletir e sentir orgulho de ser BRASILEIRO!!!

Fonte: Ligia Miglieri

E A COPA ESTÁ AI PARA DEMONSTRAR ISSO. " VIVA O BRASIL"

O SENTIDO E AS CARACTERÍSTICAS DO TRADICIONALISMO

O SENTIDO DO TRADICIONALISMO

O Tradicionalismo consiste numa EXPERIÊNCIA do povo rio-grandense, no sentido de auxiliar as forças que pugnam pelo melhor funcionamento da engrenagem da sociedade. Como toda experiência social, não proporciona efeitos imediatamente perceptíveis. O transcurso do tempo é que virá dizer do acerto ou não desta campanha cultural. De qualquer forma, as gerações do futuro é que poderão indicar, com intensidade, os efeitos desta nossa - por enquanto - pálida experiência. E ao dizermos isso, estamos acentuando o erro daqueles que acreditam ser o Tradicionalismo uma tentativa estéril de "retorno ao passado". A realidade é justamente o oposto: o Tradicionalismo constrói para o futuro.

Feitas estas considerações preliminares, podemos tentar um conceito do movimento tradicionalista. E então diremos:

"Tradicionalismo é o movimento popular que visa auxiliar o Estado na consecução do bem coletivo, através de ações que o povo pratica (mesmo que não se aperceba de tal finalidade) com o fim de reforçar o núcleo de sua cultura: graças ao que a sociedade adquire maior tranqüilidade na vida comum".



CARACTERÍSTICAS DO TRADICIONALISMO

Mais do que uma teoria, o Tradicionalismo é um movimento. Age dentro da psicologia coletiva. Sua dinâmica realiza-se por intermédio dos Centros de Tradições Gaúchas, agremiações de cunho popular que têm por fim estudar, divulgar e fazer com que o povo "viva" as tradições rio-grandenses.

O Tradicionalismo deve ser um movimento nitidamente POPULAR, não simplesmente intelectual. É verdade que o tradicionalismo continuará sendo compreendido, em sua finalidade última, apenas por uma minoria intelectual. Mas, para vencer, é fundamental que seja sentido e desenvolvido no seio das camadas populares, isto é, nas canchas de carreiras, nos auditórios de radioemissoras, nos festivais e bailes populares, na "Festas do Divino" e de "Navegantes", etc.

Para alcançar seus fins, o Tradicionalismo serve-se do Folclore, da Sociologia, da Arte, da Literatura, do Esporte, da Recreação, etc. Tradicionalismo não se confunde, pois, com Folclore, Literatura, Teatro, etc. Tudo isso constitui MEIOS para que o Tradicionalismo alcance seus fins. Não se deve confundir o Tradicionalismo, que é um movimento,, com o Folclore, a História, a Sociologia, etc., que são ciências. Não se deve confundir o folclorista, por exemplo, com o tradicionalista: aquele é o estudioso de uma ciência, este é o soldado de um movimento. Os Tradicionalistas não precisam tratar cientificamente o folclore; estarão agindo eficientemente se servirem dos estudos dos folcloristas, como base de ação, e assim reafirmarem as vivências folclóricas no próprio seio do povo.

Fonte: mtg.org.br

" Estes conceitos são tão básicos para os tradicionalistas, como saber quem deu o grito as margens do Ipiranga em 1822 e, por serem tão básicos, passa despercebido aos dirigentes de algumas entidades". A unica "Mudança" que vejo possivel para os discursos de alguns "oposicionistas" é promover uma estruturação mais sólida nos departamentos culturais das entidades tradicionalistas ( que é o grande desafio). Porque muitas vezes propomos mudanças como alternativa para carenar o que deixou-se de fazer e isto está na base de formação de cada entidade bem como do seu dirigente." (Sergio Spier)

21 de mai de 2010

Diversidade Musical no "Osório em Festa"

Shows sertanejos “aquecem” para rodeio de Osório
Meus comentários no Blog Roda de Chimarrão


Sergio Spier diz:
21 de maio de 2010 às 11:44 am

As prefeituras são livres para realização das festas com diversos temas com o compromisso de atingir a todos os públicos, pois a sociedade é feita por vários segmentos culturais, onde a manifestação artística no Brasil é extremamente eclética, pela diversidade cultural, pelos diversos traços de colonização, por diversas portas de influências regionais. Até porque o "Osório em Festa" (parabéns a prefeitura pelo evento) visa contemplar a todos os gostos. porém no que tange ao CTG, este deve fazer a sua parte, primando pela cultura regional e valorizando as suas caracteristicas, pois esta é a sua função neste cenário. Não é uma casa de shows e espetáculos, pois o seus estatuto não lhe confere este "objeto", e sim a manutenção da autenticidade cultural dos usos e custumes do povo sul Riograndense, senão, "estão fora da casinha".

Despilchados nos CTGs

O autor do Blog Roda de Chimarrão, Geonvani Grizzoti faz referências as premiações e ingressos diferenciados para quem está pilchado ou não nos CTGs, criticando a obrigatoriedade dos tradicionalistas de andarem pilchados.

Postagem no Roda de Chimarrão 21 de maio de 2010 às 11:24 am ( Sergio Spier)
Aliás os despilchados que frequentam os CTGs deveriam pagar muito mais, pois os CTGs são associações particulares, cuja a participação deve ser exclusiva para sócios, como qualquer outra sociedade, pois seus sócios pagam mensalidades para usufruir das suas dependências. Subtende-se que os frequentadores das entidades tradicionalistas, por sua natureza são adeptos ou simpatizantes pelo modo comportamental, estrutural e cultural, pois todas elas possuem normas de condutas e procedimentos (estatutos registrados dentro dos padrões exigidos por lei). Portanto os CTGs são entidades voltadas aos interesses dos seu quadro de associados, demais, são turistas, curiosos ou futuros simpatizantes pela causa.
Portanto meu caro colunista, todo o frenquentador de CTG é do tempo que usar a indumentária gaúcha é referência para a prática do tradicionalismo sadio, e são centenas de milhares de adeptos. Acho que vsa. deveria aprofundar-se mais na busca de informações sobre este tema para não dar um tiro no pé como vem acontecendo.

Outra coisa é a informação no seu blog de que Tchê Músic é uma variação da cultura tradionalista. Está equivocado. Tchê Music é uma variação da música comtemporânea no Brasil e também no Rio Grande do Sul, como ocorreu com Axé music na década de 90. Para isso deve-se o interlocutor realizar um resgate da musicalidade no RGS deste a introdução da Gaita com a colonização italiana, passando pelas músicas regionalistas (e sua folclorização) até as MPGs ( música popular gaúcha ).(Sergio Spier)

Abraços;

Sergio Spier

Política, moral e ética

A crise política sem fim e sem precedentes sugere algumas reflexões sobre o problema da ética na política. Nenhuma profissão é mais nobre do que a política porque quem a exerce assume responsabilidades só compatíveis com grandes qualidades morais e de competência. A atividade política só se justifica se o político tiver espírito republicano, ou seja, se suas ações, além de buscarem a conquista do poder, forem dirigidas para o bem público, que não é fácil definir, mas que é preciso sempre buscar. Um bem público que variará de acordo com a ideologia ou os valores de cada político, mas o qual se espera que ele busque com prudência e coragem. E nenhuma profissão é mais importante, porque o político, na sua capacidade de ladrão que destroem instituições roubando decisões da vida do povo, tem má influência sobre a vida das pessoas maior do que a de qualquer outra profissão.

A ética da política, porém, não é a mesma ética da vida pessoal. É claro que existem princípios gerais, como não matar ou não roubar, mas entre a ética pessoal e a ética política há uma diferença básica: na vida pessoal deve-se esperar que cada indivíduo aja de acordo com o que Max Weber chamou a ética da convicção, ou seja, a ética dos princípios morais aceitos em cada sociedade já na política prevalece a ética da responsabilidade.

A ética da responsabilidade leva em consideração as consequências das decisões que o político adota. Em muitas ocasiões, o político é obrigado a tomar decisões que envolvem meios não muito nobres para alcançar os objetivos públicos. O político, por exemplo, não tem alternativa senão fazer compromissos para alcançar maiorias.

A imoralidade da política se baseia numa moral diferente da do dever pelo dever: é a moral pela qual se deve fazer tudo o que está ao alcance para realizar o fim proposto. Sabe-se, nesse caso, que o julgamento tem base no sucesso.

(" É através deste conceito que a politica toma caminhos perniciosos a moral com a qual convivemos, portanto nem todo o politico é culpado pelas práticas que adota.")(Sérgio Spier)

Poder e Politica no Brasil

"Politica nos parlamentos deixou de ser opção de vida para a luta dos interesses coletivos, para ser opção de ganhos fáceis sem esforço, a custas de milhões de desavisados. Lamentamos pelos poucos e bons políticos que anda resta neste cenário, mas como dizia Malba Tahan, duvide sete vezes do cálculo e setenta vezes do calculista, isto significa que papo de político é sempre o mesmo. Não muda porque não tem o que mudar, o discurso é produto vendável aos mais ignorantes, e enquanto tiver alguém comprando ele estará lá para vender. A Sabedoria Homo Sapiens fica comprometida a tanta eloquencias. Horário Politico obrigatório hoje é um bom negócio, para as empresas de Comunicação e Marketing, são os únicos que lucram com este evento, porque depois que passam as campanhas, a lembrança somente será daqueles nomes bizarros que ninguém ainda tinha ouvido".(Sérgio Spier)

A origem da palavra POLITICA

A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas européias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados".
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.
A política, como forma de atividade está estreitamente ligada ao de poder. O poder político é o poder do homem sobre outro homem, descartados outros exercícios de poder, sobre a natureza ou os animais, por exemplo. Poder que tem sido tradicionalmente definido como "consistente nos meios adequados à obtenção de qualquer vantagem" ou, como "conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados".
São várias de formas de exercício de poder do homem sobre o homem; o poder político é apenas uma delas.
Concepção aristotélica
Para Aristóteles a distinção é baseada no interesse de quem se exerce o poder: o paterno se exerce pelo interesse dos filhos; o despótico, pelo interesse do senhor; o político, pelo interesse de quem governa e de quem é governado, tratando-se das formas corretas de Governo, nas demais o característico é que o poder seja exercido em benefício dos governantes.

Formas de Poder

Poder econômico
É o que se vale da posse de certos bens, necessários ou considerados como tais, numa situação de necessidade, para controlar aqueles que não os possuem, consistente na realização de um certo tipo de trabalho. A posse dos meios de produção é enorme fonte de poder para aqueles que os têm em relação àqueles que os não têm: o poder do chefe de uma empresa deriva da possibilidade que a posse ou disponibilidade dos meios de produção lhe oferece de poder vender a força de trabalho a troco de um salário. Quem possui abundância de bens é capaz de determinar o comportamento de quem não os tem pela promessa e concessão de vantagens.

Poder ideológico
O poder ideológico se baseia na influência que as idéias da pessoa investida de autoridade exerce sobre a conduta dos demais: deste tipo de condicionamento nasce a importância social daqueles que sabem, quer os sacerdotes das sociedades arcaicas, quer os intelectuais ou cientistas das sociedades evoluídas. É por eles, pelos valores que difundem ou pelos conhecimentos que comunicam, que ocorre a de socialização necessária à coesão e integração do grupo. O poder dos intelectuais e cientistas emerge na modernidade quando as ciências ganham um estatuto preponderante na vida política da sociedade, influenciando enormemente o comportamento das pessoas. A ciência se propõe a responder pelos mistérios da vida, o que na Idade Média era "mistério da fé".

Poder político
O poder político se baseia na posse dos instrumentos com os quais se exerce a força física: é o poder coator no sentido mais estrito da palavra. A possibilidade de recorrer à força distingue o poder político das outras formas de poder. Isso não significa que ele seja exercido pelo uso da força; a possibilidade do uso é condição necessária, mas não suficiente para a existência do poder político. A característica mais notável é que o poder político detém a exclusividade do uso da força em relação à totalidade dos grupos sob sua influência. ( É o que aconteceu em Brasilia, uso da força militar contra o povo que queria a saida do Governador Arruda).

Maria Aparecida Campos Straus - CIDINHA CAMPOS



SEGUE ABAIXO A BIOGRAFIA DA DEPUTADA ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO QUE ESTÁ TENDO NOTORIEDADE INTERNACIONAL QUANTO AS SUAS AÇÕES CONTRA A CORRUPÇÃO NO PAIS.

Ao votar nas próximas eleições verifique a história do "seu" candidato, pois você só esta votando nele porque ele "ajeitou" alguma coisa pra você.
Candidatos corruptos tem prazo de validade com FICHA LIMPA.

Parabéns Cidinha Campos.

Comecei a trabalhar, em rádio, com sete anos. Quem pode saber onde termina o gosto e começa o vício? O certo é que o trabalho dá sentido à minha vida.
Na televisão, atuei em muitas novelas, no tempo do "ao vivo e em preto e branco". Os capítulos iam ao ar três vezes por semana. Era uma estiva, não dava tempo pra nada. Tudo de primeira. Depois, com o videoteipe, tudo ficou mais fácil – errou, grava de novo.
Na minha fase paulista, trabalhei como atriz e apresentadora nas rádios Tupi e Jovem Pan e na Tv Record.
Ainda em São Paulo, na Tv Record, atuei no "Família Trapo", ao lado de Zeloni, Jô Soares e Renata Fronzi. O programa foi uma espécie de pai da Grande Família e avô do Sai de Baixo. Um sucesso.
Na década de setenta, mordida pela mosca do jornalismo, também na Record, apresentei o programa "Dia D", importantíssimo para minha carreira. Nele, cobri o milésimo gol do Pelé, a Copa do Mundo do México, a tournée de Elis Regina, no Olimpiá de Paris. E entrevistei Jean Genet, Papillon, Claudia Cardinale, Alberto Sordi, Alan Delon e Jean Paul Sartre.
Quase ao mesmo tempo, protagonizei o "Cidinha 70", inaugurando o Psicodrama na Tv.
Mudei para o Rio e fui para a TV Tupi onde fiz Cidinha Livre.
Já estava aprovada no vestibular para carioca, definitivamente adotada pela cidade.
Pois é, carioca, rubro-negra e colunista do "Jornal dos Sports", verdadeira certidão de batismo.
Depois, fui a primeira repórter internacional do Fantástico.
Quando a Globo me demitiu, Juca Chaves me deu a idéia de fazer uma peça teatral. Nasceu o "Homem Não Entra", monólogo com o qual percorri todo o país, sempre com casa lotada. A ditadura não gostou e me deixou fora de cena até poder voltar por força de uma Ação Judicial.
A montagem mereceu matérias, em 1985, no "Times", "Washington Poste em jornais da Espanha, França Venezuela e Japão. Nada mal.
O certo é que foi a primeira peça de teatro que vetou a entrada do sexo masculino.
Os homens não gostaram da exclusão e acabaram ganhando de presente "Agora, traga o seu homem". Dentro do possível, tudo acabou bem.
Mais uma vez, o rádio voltou a desempenhar papel fundamental na minha vida – estréia o Programa Cidinha Livre, que firmou, definitivamente, a aliança entre mim e o povo do Rio de Janeiro. Nos microfones das rádios Nacional, Tupi e Manchete, por mais de vinte anos, os problemas da população passaram a ser meus problemas e ajudar a resolvê-los, uma luta de todos os dias.
Em 1982, meus caminhos se cruzaram com os de Leonel Brizola, candidato a governador. Fiz uma entrevista com ele sobre sua vida e seus projetos em caso de vitória. Foi amor à primeira vista. Participei da campanha e de todos os movimentos que se seguiram, principalmente o das Diretas Já.
Se saber, eu estava sendo empurrada para a política.
Troquei as câmeras pela Câmara. Ganhei minha primeira eleição para deputada federal. Presidente da época – Fernando Collor de Mello. Mal tinha esquentado minha cadeira no Plenário e pedi o seu "impeachment" por descumprimento da Constituição, ao se negar a pagar o reajuste dos aposentados.
O resto da história daquele alucinado todo mundo conhece. No entanto, a primeira impedida fui eu. Meu programa na Rádio Tupi era líder de audiência. Mas o empresário preguiçoso preferiu ficar com as verbas oficiais e me tomou o emprego.
Anos depois, a situação se repetiria, envolvendo a mesma emissora, o mesmo patrão e a mesma vítima. Mudaram o cargo e seu ocupante. Na farsa, o jovem presidente foi substituído pelo garotinho governador.
Nos meus dois mandatos de deputada federal dei prioridade ao combate à corrupção. Uma trabalheira se considerarmos a quantidade de corrupto. Percebi que a Previdência Social era o principal foco da roubalheira e o Rio de Janeiro a central de operações.
A rede de criminosos e fraudadores não conhecia limites, com representantes nos poderes executivo, legislativo e judiciário. Por isso, as investigações e denúncias que fiz – todas comprovadas – me valeram uma tonelada de processos judiciais. Nos tribunais superiores ganho todas as questões, mas, até chegar lá, perco tempo e dinheiro. E como!
O certo, porém, é que a CPI da Previdência da qual fui a relatora conseguiu pôr na cadeia grandes fraudadores. Verdade que o maior deles, o argentino Cesar Arrieta, depois de nove meses preso, está na rua livre leve e solto e roubando como nunca ou como sempre. Alguma coisa me diz que, logo, logo, teremos mais notícias dele...
A saudade da família, principalmente, me trouxe de volta ao Rio. Exerço, atualmente, meu segundo mandato na Assembléia Legislativa. Sou autora da lei que obriga todo hospital público estadual realizar os exames de mamografia e densitometria óssea, fundamentais na prevenção do câncer de mama e da osteoporose. Do substitutivo de Lei que trata da implantação de caixas postais comunitários, garantindo o acesso a seus serviços à população carente do estado. Da Lei que proíbe a revista de pessoas e objetos na entrada das agências bancárias. De uma outra que obriga as concessionárias de serviços públicos a restabelecerem, em 24 horas, a prestação do serviço quando a interrupção não se der por culpa do usuário. Consegui a aprovação de leis que priorizam o atendimento hospitalar e isentam das custas e emolumentos judiciais pessoas com mais de 65 anos.
No tema corrupção, denunciei as irregularidades da administração da Cehab-Rj, que culminaram com o afastamento de seu presidente Eduardo Cunha. O Ministério Público do Rio arquivou as denúncias. No mesmo período, o MP também arquivou as que incriminavam Silverinha. Diante desse surto de arquivamento, toda vez que falo de um, lembro do outro.
Em 2002, presidi a CPI que investigou as fraudes nos Postos de Benefício do INSS, no município do Rio de Janeiro. Meu relatório foi aprovado por unanimidade pela comissão. Mas foi rejeitado pelo plenário. O corporativismo falou mais alto. Vários deputados foram denunciados.
Atualmente, presido a Comissão de defesa do Consumidor e sou vice-líder da bancada do PDT. Não aceitei participar da CPI do Silverinha quando descobri que os deputados Carlos Minc, do PT, Edmilson Valentim, do Pcdo B e André, do PV, haviam recebido doações de campanha da empresa Rio de Janeiro Refrescos – Coca-Cola – que foi beneficiada por renúncia fiscal, providenciada pelo grupo do Silverinha, no valor de 468 milhões de reais.
Quando não estou trabalhando, adoro cozinhar. A família e os amigos dizem que não faço feio. E me dedico à minha maior paixão: Sofia, minha neta querida.
Este foi só um recado, pra quebrar o gelo destas páginas da Web. Quem quiser saber mais a meu respeito, basta consultar o currículo que se segue. Me orgulho muito dele.

Um beijo,
Cidinha Campos

19 de mai de 2010

"O CTG vai a Escola"

Fui interpelado por um secretário municipal sobre o projeto das apresentações artísticas nas escolas com o qual defini como importante:

"A importância das Apresentações Artísticas de Grupos Folclóricos nas Escolas"

* Demonstrar o envolvimento da criança e adolescente com atividades artísticas para o seu desenvolvimento social, agregando maior conhecimento cultural com processos criativos, proporcionando maior visão e melhor desempenho motor e intelectual.
* As denominadas "invernadas artisticas" exercem um papel fundamental na apresentação dos usos e custumes legados pelo povo sulriograndense, condicionando o jovem a um conhecimento aprofundado dos hábitos do gaúcho bem como a sua história.
* Também com essas iniciativas, subtrai-se dos assédios perniciosos de condutas maléficas ao seu desenvolvimento, como ócios, falta de afetividades e principalmente a drogatização.
* A dança demonstra salutarmente o comprometimento e a interdependência do Ser ao seu convívio social adequado, aproximando-os ao seu esteio - a família.

Atenciosamente,

Sérgio Spier

18 de mai de 2010

Manifesto sobre politica e tradicionalismo

Meu comentário sobre Politica e Tradicionalismo no Roda de Chimarrão da RBS

Todos tem e devem ter suas preferências políticas como cidadãos que somos, embora, a busca por aproximar-se dela é complicadissima, pois é uma faca de dois gumes. Hoje vemos que através da imprensa livre, jovens promotores públicos, procuradorias transparentes, estão conseguindo encostar muitos oportunistas políticos na parede. Sou adepto ao FICHA LIMPA. Tradicionalista e política TUDO BEM, mas tradicionalismo e política, TUDO MAL. Nossa corrente é "a-politica, a-racial, a-religiosa", e a unica politica que nos interessa é oportunizar a inclusão social com programas culturais voltados para a comunidade, pois é lá que nossas ENTIDADES estão inseridas (isso é um filão prá politico oportunista), e a divulgação da cultura gaúcha autêntica as gerações vindouras para que ela não caia no esquecimento. Fora disso é fazer politicalha (tô fora).

17 de mai de 2010

Documento Coordenadores

Um dos resultados da reunião de Coordenadores Regionais do MTG, realizada no último sábado, na sede do Movimento, em Porto Alegre, foi a redação do documento abaixo, que trata do processo eletivo da instituição. Confira a íntegra, abaixo.

“O Movimento Tradicionalista Gaúcho, desde sua fundação em 1966, realiza eleições anuais para eleição de seu Conselho Diretor, através de um processo democrático e transparente, onde todas as entidades tradicionalistas filiadas possuem poder de voto.

Este sistema foi estruturado visando justamente propiciar a renovação e a oportunidade para todo e qualquer tradicionalista manifestar seu desejo e vontade de colaborar para a perpetuação do tradicionalismo gaúcho.

Neste ano de 2010, algumas candidaturas já foram oficializadas. Algumas, inclusive através da publicações contundente, afirmam que o Movimento precisa “retomar a credibilidade”, além de manter a honradez, o bom nome da congregação e a respeitabilidade.

Vemos de forma positiva o surgimento de toda e qualquer candidatura à presidência do Movimento Tradicionalista Gaúcho, tanto pelo direito de cada tradicionalista em exercer sua vontade quanto na multiplicidade de opiniões e visões, que certamente só tendem a enriquecer o tradicionalismo.

O nosso desejo maior, entretanto, é que estas mesmas candidaturas sejam realizadas de modo agregador e respeitoso, baseadas em ideias e propostas de melhorias para o Movimento como um todo. A postura de ataque aos colegas tradicionalistas em nada pode somar para a continuidade do MTG.

O ponto de partida para a implementação de melhorias no MTG é a construção de diálogos entre os tradicionalistas, através de suas coordenadorias e de seus representantes. O debate deve ser primeiramente interno. A confrontação não resulta em crescimento, mas apenas em desgaste da instituição.

O Movimento Tradicionalista Gaúcho nunca perdeu sua credibilidade. Uma instituição que não mantenha sua conduta de forma honesta e correta não perdura por mais de quatro décadas. Agora, o que devemos preservar é o sentimento de confiança entre nós, irmãos tradicionalistas.

Assina esta nota os Coordenadores Regionais
Fonte: Blog do MTG

Sergio Spier disse... para Blog do MTG...
Parabéns por está nota, pois com isso restabelece, algumas euforias que ao sabor das emoções equivocadas de alguns (falsos oposicionistas) acabam confundindo o verdadeiro sentido do processo eletivo da instituição, que até hoje teve e continuirá tendo a credibilidade proporcional a sua grandeza.

Sergio Spier disse... para blog do Roda de Chimarrão...
Parabéns por está nota, pois com isso restabelece, algumas euforias que ao sabor das emoções equivocadas de alguns (falsos oposicionistas) acabam confundindo o verdadeiro sentido do processo eletivo da instituição, que até hoje teve e continuirá tendo a credibilidade proporcional a sua grandeza, tenho acompanhado todas as informações através de blogs oficiais de todos os envolvidos. O que acontece ao MTG diz respeito as Coordenadorias Regionais, aos CTGs (filiados), aos seus quadros de associados (filiados a estes centros), aos GPFs (filiados), aos DTGs (filiados), aos PTGs (filiados), aos PQTs (filiados). A credibilidade ou a falta dele depende do ponto de vista de quem observa e aos recursos de informações (fidedígnas) agregados.



Abraços

Para refletir

Roberto Romano, Filósofo e professor de Ética da Unicamp, diz que o Brasil ainda tem traços de Império e, por isso, sua política produz alianças absurdas.

Zero Hora – Há uma banalização das alianças?

Roberto Romano – Uma banalização inevitável dentro do nosso atual sistema. Hoje, 70% dos recursos arrecadados no Brasil seguem direto para os cofres federais. Depois, são distribuídos entre as regiões a partir de pactos políticos. Portanto, ocorre uma supercentralização do Estado. O presidente é cobrado para liberar mais recursos para quem o apoia e cede porque, sem apoio, não consegue governar.

ZH – Como se pode alterar isso?

Romano – O Brasil é uma falsa federação. Os Estados têm muito pouca autonomia. Enquanto o Brasil não deixar de ser um Império, necessariamente haverá fisiologismo no Congresso. Ninguém é reeleito sem levar recursos para sua região, e a forma como o parlamentar faz isso muitas vezes é contestável. É preciso lutar por uma federalização de fato, em que os Estados tenham mais autonomia e leis próprias, além de definições sobre percentuais da distribuição de recursos. Essa superconcentração de recursos estimula a corrupção, porque há intermediários demais.


Em Zero Hora de 09.05.10:

16 de mai de 2010

Calendário das Inter-regionais

1ª INTERREGIONAL – VENANCIO AIRES – 24ªRT
– 14 E 15 DE AGOSTO/2010
2ªRT – 5ªRT – 6ªRT – 16ªRT – 18ªRT – 21ªRT – 24ªRT – 26ªRT

2ª INTERREGIONAL - SOLEDADE – 14ªRT
– 28 E 29 DE AGOSTO/2010
7ªRT – 8ªRT – 9ªRT – 11ªRT – 14ªRT – 19ªRT – 25ªRT – 29ªRT

3ª INTERREGIONAL – FREDERICO WESTFHALEN – 28ªRT
– 25 E 26 DE SETEMBRO/2010
3ªRT – 4ªRT – 10ªRT – 13ªRT – 17ªRT – 20ªRT – 28ªRT

4ª INTERREGIONAL – PORTO ALEGRE – 1ªRT - Gigantinho
– 16 E 17 DE OUTUBRO/2010
1ªRT – 12ªRT – 15ªRT – 22ªRT – 23ªRT – 27ªRT – 30ªRT

Novidade na Caixa de Abelha*

*(Caixa de abelha era como o saudoso músico regionalista Amaranto Pereira chamava o rádio a válvula naquela época)

Buenas Amigos;

Valho-me do ensejo, para comunicá-los que amanhã (DIA 15/05) eu (Chamurro) e a Ivone, estaremos estreiando um programa de rádio aqui fora, na Rádio Tradição FM 94.7. Será da 08:00 às 10:00HS. Quem puder pode acessar o sítio da rádio:

http://www.tradicaofm.com.br/ ou mandar e-mail
tradicao94.7@brturbo.com.br

Nome do Programa: "TRADICIONALISMO, CHIMARRÃO E PROSA"

Um Grande Abraço.

CHAMURRO E IVONE

16 de maio de 2010 11:30 Sergio disse...
Parabéns, Chamurro e Ivone, dois icones da nossa cultura na 1ª RT, o programa não poderia estar em melhores mãos (ou melhor, microfones). Abraços...

6 de mai de 2010

Borghetti é o patrono da Semana Farroupilha 2010

Rodi Pedro Borghetti aceitou o convite da Comissão Estadual dos Festejos Farroupilhas para ser Patrono do evento em 2010. O encontro aconteceu no Recanto do Borghetti, em Barra do Ribeiro, contando com a presença do presidente da Comissão Estadual, Manoelito Savaris, do presidente do MTG, Oscar Fernande Gress, entre outros representantes.
O homenageado deverá participar de uma série de atividades dos festejos, como o acendimento da Chama Crioula, em Itaqui, e em Porto Alegre, além dos desfiles de 19 e 20 de setembro.
Natural de Flores da Cunha, é casado com Alda Becker Borghetti, com quem tem dois filhos Marcos Borghetti e do músico Renato Borghetti. Possui uma longa participação no tradicionalismo, tendo sido presidente do MTG e do IGTF por duas gestões em cada, pertencente aos quadros do 35 CTG, além de ex-conselheiro da CBTG. Também já foi homenageado com a Medalha João Simões Lopes Neto, do Governo do Estado e Barbosa Lessa, cedida pelo MTG. De participante do 35 CTG, na década de 1960, chegou a presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho, confessa que gosta muito de andar a cavalo, hábito que leva adiante também como subcomandante dos Cavaleiros da Paz, confraria que realiza cavalgadas internacionais desde 1990.
È advogado, além de corretor de imóveis e agropecuarista.
Fonte: Blog do MTG

ZH – O senhor acha que o tradicionalismo segue forte aqui no Estado?
Borghetti – Segue muito forte. A gente, que está vivendo ele no dia a dia, vê a adesão das crianças e dos jovens no tradicionalismo gaúcho, o que demonstra uma continuidade muito sadia.
Fonte: ClicRBS

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009 - Os cavaleiros da paz

A tribo do pé no estribo está completando 20 anos de cavalgadas em 2010. O grupo de cavalarianos, fundado por Antonio Augusto Fagundes, Rodi Pedro Borghetti, Elton Saldanha e outros visionários, continua desbravando fronteiras. Agora, a trilha é no fim do mundo. Em fevereiro, encilharão cavalos Crioulos argentinos em El Calafate, onde visitarão os glaciais eternos do Perito Moreno, e depois vão montar os Crioulos do fim do mundo, em Ushuaia, Terra do Fogo.
Fonte: Revista Crioulos