Mais uma vez Alvorada celebra mais uma cavalgada alertando a comunidade sobre os efeitos devastadores desta droga que arregimenta tantos dependentes:
Preocupados e baseado nisso, convidamos todos os cidadãos e cida-dãs desta cidade para participar e apoiar a 2ª Cavalgada contra o Crack e do 1º Manifesto Nacional em Defesa da Vida, que será realizada neste sábado, dia 27 de junho em nossa cidade, com a seguinte programação: das 6 às 7h30min – café da manhã no galpão do Piquete Parceiros da Tradição (será de cortesia para quem estiver a cavalo); às 8h inicia a cavalgada com saída do Piquete Parceiros da Tradição, passando pelo CTG Tradição, CTG Sentinelas do Pago, CTG Amanhecer na Querência, CTG Amaranto Pereira, CTG Chilena de Prata, passando pelo Banrisul, Brigada Militar, CTG Campeiros do Sul e CTG Bento Gonçalves da Silva, onde será servi-do um almoço bem campeiro (que será de cortesia para quem estiver a ca-valo). Durante o almoço teremos a encenação de uma peça teatral, feita pe-los funcionários da empresa de ônibus Viamonense, que vai enfocar o crack e suas conseqüências. À tarde, festa campeira.
Este evento é uma realização do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho), da ORCAV (Ordem dos Cavaleiros do Rio Grande), 1ª Região Tradicionalista, Subcocordenadoria, Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, 24º BTG (Brigada Militar), Polícia Civil – Denarc (Departamento de Combate ao Narcotráfico), Sindipol (Sindicato dos Policiais Civis do RS), Banrisul, Acial (Associação Comercial e Industrial de Alvorada) e Departamento Campeiro de Alvorada.
Apóiam esta iniciativa a Automasafety, JC Lopes, Vias Contabilida-de, Piquete Parceiros da Tradição, Sítio Foco Gaúcho, Adão Campeiro Produções, Propaganda e Marketing e toda a sociedade alvoradense.
Informações com o Coordenador da Campeira Vladimir Kuze (Ma-no) pelo fone 51.9933.3095; com o Subcoordenador Spanhol pelo fone 51.9911.4134; com Comandante do 24 BPM, Cel Estivalet pelo fone 51.8501.6624; com o Presidente do MTG Oscar Gress pelo fone 51.3223.5194; com o Adão Campeiro pelos fones 51.8481.2916 ou 51.9677.8212. Chasque remetido por Adão Campeiro e Spanhol (itinerário).
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Este blog pertence ao Tradicionalista Sérgio Spier, vulgo Pepecão (nome artístico) para os correligionários da tradição que me conheceram nos anos 70, 80. Posto discussões da Política e do Tradicionalismo vigente além de temas didáticos para pesquisas culturais.
21 de jun. de 2010
17 de jun. de 2010
Considerações de Paixão Cortês sobre as Cavalgadas
Bueno gauchada amiga.....( jardão das minhas apresentações )
Vale a pena ouvir (ou ler ) assuntos ditados pelo nosso sábio Paixão Cortês....
Paixão não vê "razão" nas cavalgadas
Entrevista de Paixão Côrtez, dia 26/02/10, em Zero Hora:
Zero Hora – Qual é a sua visão a respeito de eventos como a Cavalgada do Mar?
Paixão Côrtes – As cavalgadas podem chamar a atenção à ligação entre o gaúcho e o cavalo no movimento tradicionalista. Assim como existem apresentações de danças, podem ocorrer essas demonstrações de cavaleiros. É salutar, quando bem organizada. Mas bem organizado significa ter objetivos e não simplesmente montar no cavalo sem perspectivas maiores. Passo um bom tempo aqui em Cidreira e não vejo razão de ser nessas cavalgadas. É simplesmente uma caminhada a cavalo. Não há pesquisa ou questionamento sobre nada. Não serve para questionar os problemas do Rio Grande. É um passeio. É comer, beber e dar risada.
Zero Hora – Existe desconhecimento sobre os cavalos por parte dos participantes?
Paixão Côrtes – O gaúcho sempre esteve ligado ao cavalo. Ele podia dormir mal, nos arreios, mas o cavalo precisava ficar em condição excepcional, porque era através do cavalo que o gaúcho podia fazer o seu trabalho. Na cavalgada, há participantes inconscientes da responsabilidade que deveriam ter. Estão percorrendo grandes distância cavalos mal-alimentados e não habituados a isso. Não estou dizendo que não existem pessoas com conhecimento, mas tenho visto aqui que são pessoas sem a mínima noção da sua responsabilidade e da dignidade do animal. Estão fazendo exibição descaracterizante, em vez de exaltar o cavalo e a identidade da terra.
Zero Hora – O trajeto pelo litoral faz sentido?
Paixão Côrtes – O litoral foi a primeira rota dos tropeiros, a partir de 1731. Mas eu falo com os cavaleiros aqui e eles não sabem nada do que estão fazendo, não têm conhecimento nenhum da História. Tinham de conhecer e de fazer o resgate. Uma cavalgada dessas tem de ter algum objetivo além de simplesmente montar. Existe festas e recepções, mas o tradicionalismo não vive de festas. Vive da realidade e do desenvolvimento do Rio Grande. Precisa ter substância. É preciso ter a cultura do saber, não só a do montar.
Fonte: Blog Ro da de Chimarrão
Copio esta frase que achei interessante e estendo aos demais setores estruturantes do tradicionalismo (culturais, artisticos e desportivos):
"Existe festas e recepções, mas o tradicionalismo não vive de festas. Vive da realidade e do desenvolvimento do Rio Grande".
Abraços...
Vale a pena ouvir (ou ler ) assuntos ditados pelo nosso sábio Paixão Cortês....
Paixão não vê "razão" nas cavalgadas
Entrevista de Paixão Côrtez, dia 26/02/10, em Zero Hora:
Zero Hora – Qual é a sua visão a respeito de eventos como a Cavalgada do Mar?
Paixão Côrtes – As cavalgadas podem chamar a atenção à ligação entre o gaúcho e o cavalo no movimento tradicionalista. Assim como existem apresentações de danças, podem ocorrer essas demonstrações de cavaleiros. É salutar, quando bem organizada. Mas bem organizado significa ter objetivos e não simplesmente montar no cavalo sem perspectivas maiores. Passo um bom tempo aqui em Cidreira e não vejo razão de ser nessas cavalgadas. É simplesmente uma caminhada a cavalo. Não há pesquisa ou questionamento sobre nada. Não serve para questionar os problemas do Rio Grande. É um passeio. É comer, beber e dar risada.
Zero Hora – Existe desconhecimento sobre os cavalos por parte dos participantes?
Paixão Côrtes – O gaúcho sempre esteve ligado ao cavalo. Ele podia dormir mal, nos arreios, mas o cavalo precisava ficar em condição excepcional, porque era através do cavalo que o gaúcho podia fazer o seu trabalho. Na cavalgada, há participantes inconscientes da responsabilidade que deveriam ter. Estão percorrendo grandes distância cavalos mal-alimentados e não habituados a isso. Não estou dizendo que não existem pessoas com conhecimento, mas tenho visto aqui que são pessoas sem a mínima noção da sua responsabilidade e da dignidade do animal. Estão fazendo exibição descaracterizante, em vez de exaltar o cavalo e a identidade da terra.
Zero Hora – O trajeto pelo litoral faz sentido?
Paixão Côrtes – O litoral foi a primeira rota dos tropeiros, a partir de 1731. Mas eu falo com os cavaleiros aqui e eles não sabem nada do que estão fazendo, não têm conhecimento nenhum da História. Tinham de conhecer e de fazer o resgate. Uma cavalgada dessas tem de ter algum objetivo além de simplesmente montar. Existe festas e recepções, mas o tradicionalismo não vive de festas. Vive da realidade e do desenvolvimento do Rio Grande. Precisa ter substância. É preciso ter a cultura do saber, não só a do montar.
Fonte: Blog Ro da de Chimarrão
Copio esta frase que achei interessante e estendo aos demais setores estruturantes do tradicionalismo (culturais, artisticos e desportivos):
"Existe festas e recepções, mas o tradicionalismo não vive de festas. Vive da realidade e do desenvolvimento do Rio Grande".
Abraços...
11 de jun. de 2010
Três Passos "Terra Sagrada dos Bem-Aventurados Mártires"
Oscar Fernande Gress, foi e é, um dos grandes incentivadores da "Cavalgada dos Beatos Mártires Sul-Riograndenses", elevando e incluindo Três Passos no cenário histórico do Rio Grande aproximando nossa cultura a fé religiosa. (Sérgio Spier)
Governadora sanciona lei que determina Três Passos como Terra Sagrada dos Bem-Aventurados Mártires
--------------------------------------------------------------------------------
A governadora Yeda Crusius sancionou, no dia 08 de julho 2008, a Lei 13.001 de autoria da deputada Zilá Breitenbach (PSDB) que determina o município de Três Passos como "Terra Sagrada dos Bem-Aventurados Mártires do RS Padre Manuel Gómez Gonzáles e Coroinha Adílio Daronch". O PL 130/08, foi aprovado no dia 11 de junho, por unanimidade dos deputados da Assembléia Legislativa.
Conforme Zilá, "o projeto tem por objetivo valorizar o caráter religioso da população do Município de Três Passos e da região, fato que enseja importante fluxo de turismo intimamente relacionado ao desenvolvimento do Alto Uruguai. Mais do que isto, tem por fim prestigiar personagens históricos, portadores de mensagem de fé e esperança, modelos de vida que lutaram e morreram na luta de uma vida justa para todos".
Fica, ainda, acrescentado o Município de Esperança do Sul ao rol dos Municípios que integram o percurso denominado "Caminho dos Mártires", conforme art. 2º da lei estadual nº 12.357, de 1º de novembro de 2005, que passa a ter a seguinte redação:
"Art. 2º - Denomina-se "Caminho dos Mártires", o percurso compreendido entre os Municípios de Nonoai, Rio dos índios, Alpestre, Planalto, Iraí, Vicente Dutra, Caiçara, Palmitinho, Vista Alegre, Frederico Westphalen, Seberi, Ametista do Sul, Rodeio Bonito, Constantina, Novo Tiradentes, Cerro Grande, Liberato Salzano, Engenho Velho, Novo Xingu, São José das Missões, Palmeira das Missões, São Pedro das Missões, Redentora, Coronel Bicaco, Braga, Campo Novo, Santo Augusto, São Valério do Sul, São Martinho, Boa Vista do Buricá, Humaitá, Crissiumal, Miraguaí, Tenente Portela, Derrubadas, Tiradentes do Sul, Taquaruçu do Sul, Esperança do Sul e Três Passos".
Breve histórico dos Mártires

Pe. Manuel Gomez González
Nasceu em 29/05/1877, em São José de Riberteme/Espanha. Foi ordenado padre aos 24/051902. Veio para o Brasil em 1913. Trabalhou dois anos na paróquia de Soledade. Mas, em fins de 1915, foi nomeado pároco de Nossa Senhora da Luz, em Nonoai.
Foi assassinado no dia 21/05/1924, na localidade Feijão Miúdo, perto do município de Três Passos, por um grupo de anticlericais. Foi sepultado no cemitério que seria por ele abençoado em Três Passos. Em 1964, foi transladado para Nonoai onde seus restos mortais se encontram na capela anexa à Igreja Matriz e Santuário N. Sª. da Luz.
Coroinha Adílio Daronch
Nasceu em Dona Francisca/RS, aos 25/10/1908. É filho de Pedro Daronch (nascido em Agordo, Itália, a 05.01.1883 e veio ao Brasil com a família quando tinha 07 anos de idade) e de Judite Segabinazzi. Era o terceiro filho do casal. No ano de 1912, a família transferiu-se para Passo Fundo e, alguns anos depois, para a cidade de Nonoai/RS.
Em maio de 1924, o jovem de 15 anos, que era coroinha, acompanhava o Pe. Manuel num longo itinerário pastoral, a serviço da paróquia de Palmeira das Missões/RS. A caminho de Três Passos, o coroinha Adílio e o Pe. Manuel foram surpreendidos por anticlericais e inimigos da religião. Foram levados para o mato, amarrados em árvores e fuzilados. Era o dia 21/05/1924 e lado do Pe. Manuel foi sepultado em Três Passos. Com o Pe. Manuel foi transladado para Nonoai, onde jaz na capela anexa ao
Santuário.
Governadora sanciona lei que determina Três Passos como Terra Sagrada dos Bem-Aventurados Mártires
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A governadora Yeda Crusius sancionou, no dia 08 de julho 2008, a Lei 13.001 de autoria da deputada Zilá Breitenbach (PSDB) que determina o município de Três Passos como "Terra Sagrada dos Bem-Aventurados Mártires do RS Padre Manuel Gómez Gonzáles e Coroinha Adílio Daronch". O PL 130/08, foi aprovado no dia 11 de junho, por unanimidade dos deputados da Assembléia Legislativa.
Conforme Zilá, "o projeto tem por objetivo valorizar o caráter religioso da população do Município de Três Passos e da região, fato que enseja importante fluxo de turismo intimamente relacionado ao desenvolvimento do Alto Uruguai. Mais do que isto, tem por fim prestigiar personagens históricos, portadores de mensagem de fé e esperança, modelos de vida que lutaram e morreram na luta de uma vida justa para todos".
Fica, ainda, acrescentado o Município de Esperança do Sul ao rol dos Municípios que integram o percurso denominado "Caminho dos Mártires", conforme art. 2º da lei estadual nº 12.357, de 1º de novembro de 2005, que passa a ter a seguinte redação:
"Art. 2º - Denomina-se "Caminho dos Mártires", o percurso compreendido entre os Municípios de Nonoai, Rio dos índios, Alpestre, Planalto, Iraí, Vicente Dutra, Caiçara, Palmitinho, Vista Alegre, Frederico Westphalen, Seberi, Ametista do Sul, Rodeio Bonito, Constantina, Novo Tiradentes, Cerro Grande, Liberato Salzano, Engenho Velho, Novo Xingu, São José das Missões, Palmeira das Missões, São Pedro das Missões, Redentora, Coronel Bicaco, Braga, Campo Novo, Santo Augusto, São Valério do Sul, São Martinho, Boa Vista do Buricá, Humaitá, Crissiumal, Miraguaí, Tenente Portela, Derrubadas, Tiradentes do Sul, Taquaruçu do Sul, Esperança do Sul e Três Passos".
Breve histórico dos Mártires

Pe. Manuel Gomez González
Nasceu em 29/05/1877, em São José de Riberteme/Espanha. Foi ordenado padre aos 24/051902. Veio para o Brasil em 1913. Trabalhou dois anos na paróquia de Soledade. Mas, em fins de 1915, foi nomeado pároco de Nossa Senhora da Luz, em Nonoai.
Foi assassinado no dia 21/05/1924, na localidade Feijão Miúdo, perto do município de Três Passos, por um grupo de anticlericais. Foi sepultado no cemitério que seria por ele abençoado em Três Passos. Em 1964, foi transladado para Nonoai onde seus restos mortais se encontram na capela anexa à Igreja Matriz e Santuário N. Sª. da Luz.
Coroinha Adílio Daronch
Nasceu em Dona Francisca/RS, aos 25/10/1908. É filho de Pedro Daronch (nascido em Agordo, Itália, a 05.01.1883 e veio ao Brasil com a família quando tinha 07 anos de idade) e de Judite Segabinazzi. Era o terceiro filho do casal. No ano de 1912, a família transferiu-se para Passo Fundo e, alguns anos depois, para a cidade de Nonoai/RS.
Em maio de 1924, o jovem de 15 anos, que era coroinha, acompanhava o Pe. Manuel num longo itinerário pastoral, a serviço da paróquia de Palmeira das Missões/RS. A caminho de Três Passos, o coroinha Adílio e o Pe. Manuel foram surpreendidos por anticlericais e inimigos da religião. Foram levados para o mato, amarrados em árvores e fuzilados. Era o dia 21/05/1924 e lado do Pe. Manuel foi sepultado em Três Passos. Com o Pe. Manuel foi transladado para Nonoai, onde jaz na capela anexa ao
Santuário.
FÉ E TRADIÇÃO ( por Oscar Fernande Gress)
Reproduzo este artigo interessante aos tradicionalistas:
“Fé e tradição"
Sou um dos fundadores da Cavalgada dos Mártires. O percurso atravessa os municípios de Nonoai, Rio dos Índios, Alpestre, Ametista do Sul, Frederico Westhpalen, Palmitinho, Três Passos, entre outros, somando aproximadamente 240 quilômetros e é percorrido em uma semana. E a razão de minha participação não se deve unicamente ao prazer das cavalgadas, antiga tradição gaúcha. Neste caso, especificamente, é um ato de fé.
A Cavalgada dos Mártires, para quem não a conhece, é uma homenagem aos Beatos Manuel Gómez González e Adílio Daronch, brutalmente assassinados no ano de 1924, na localidade de Feijão Miúdo. A história do padre Manuel e de seu coroinha, Adílio Daronch, é principalmente uma história de doação, de devoção. Um exemplo que não deve ser esquecido, mas sim, rememorado e celebrado.
Criar este evento, hoje promovido em parceria entre prefeituras municipais e três Regiões Tradicionalistas (18ª, 20ª e 28ª), faz-nos refletir sobre uma das principais e mais importantes características do Movimento Tradicionalista Gaúcho: a aceitação das diferenças, a união de povos, raças e crenças sob um só galpão. O lugar onde a fé encontra a tradição. Também é uma forma que encontramos para realizar uma de nossas missões, declaradas no artigo primeiro da Carta de Princípios.
Quando você entra em um Centro de Tradições Gaúchas, ninguém lhe pergunta qual sua profissão, quanto você ganha, qual carro você tem ou que cargo você ocupa. Os CTGs são espaços de preservação da tradição e de celebração dos usos e costumes do nosso povo, assim, basta que você diga que este é seu objetivo e será naturalmente bem recebido pelo grupo. Uma convivência desinteressada, onde todos buscam um mesmo objetivo, como a que existe dentro dos CTGs, é rara nos dias atuais. E chego mesmo a acreditar que é uma receita adequada contra a época consumista e individualista em que vivemos.
Outro remédio, se assim podemos afirmar, é a Ciranda Cultural de Prendas, evento que realizamos no final do mês passado, em Santa Maria. Essa iniciativa do Movimento Tradicionalista Gaúcho é mais uma proposta que traz como objetivo principal a convivência entre os jovens tradicionalistas. A conquista das faixas de 1ª, 2ª e 3ª Prendas é secundária em relação aos ganhos que estes jovens adquirem ao participar do Concurso. Conhecimentos sobre a importância do respeito entre as gerações, a história do Rio Grande do Sul, as responsabilidades de uma prenda, são apenas alguns dos aprendizados.
Nessa quadragésima edição, as prendas do Rio Grande ganharam um belo presente. A edição do documentário “Prendas - 40 anos de concursos”, no qual se resgata o início da participação da mulher no Movimento, com belíssimos e importantes depoimentos das pioneiras Cyra Dutra Ferreira, Lia Santos Mariante, Nora Ferreira, Nilza Lessa, Alda Borghetti, além de depoimentos de prendas de gestões passadas. Um importante registro, que agora será distribuído para entidades tradicionalistas e servirá como material de pesquisa para esta e as próximas gerações. Parabéns a todas as prendas que participaram do evento e saibam que, independente do resultado, o Rio Grande precisa de todas vocês.”
Post: Felipe Basso - Blog MTG


fotos: portal de noticias Ijuhy.com
Abraços...
Sérgio Spier
“Fé e tradição"
Sou um dos fundadores da Cavalgada dos Mártires. O percurso atravessa os municípios de Nonoai, Rio dos Índios, Alpestre, Ametista do Sul, Frederico Westhpalen, Palmitinho, Três Passos, entre outros, somando aproximadamente 240 quilômetros e é percorrido em uma semana. E a razão de minha participação não se deve unicamente ao prazer das cavalgadas, antiga tradição gaúcha. Neste caso, especificamente, é um ato de fé.
A Cavalgada dos Mártires, para quem não a conhece, é uma homenagem aos Beatos Manuel Gómez González e Adílio Daronch, brutalmente assassinados no ano de 1924, na localidade de Feijão Miúdo. A história do padre Manuel e de seu coroinha, Adílio Daronch, é principalmente uma história de doação, de devoção. Um exemplo que não deve ser esquecido, mas sim, rememorado e celebrado.
Criar este evento, hoje promovido em parceria entre prefeituras municipais e três Regiões Tradicionalistas (18ª, 20ª e 28ª), faz-nos refletir sobre uma das principais e mais importantes características do Movimento Tradicionalista Gaúcho: a aceitação das diferenças, a união de povos, raças e crenças sob um só galpão. O lugar onde a fé encontra a tradição. Também é uma forma que encontramos para realizar uma de nossas missões, declaradas no artigo primeiro da Carta de Princípios.
Quando você entra em um Centro de Tradições Gaúchas, ninguém lhe pergunta qual sua profissão, quanto você ganha, qual carro você tem ou que cargo você ocupa. Os CTGs são espaços de preservação da tradição e de celebração dos usos e costumes do nosso povo, assim, basta que você diga que este é seu objetivo e será naturalmente bem recebido pelo grupo. Uma convivência desinteressada, onde todos buscam um mesmo objetivo, como a que existe dentro dos CTGs, é rara nos dias atuais. E chego mesmo a acreditar que é uma receita adequada contra a época consumista e individualista em que vivemos.
Outro remédio, se assim podemos afirmar, é a Ciranda Cultural de Prendas, evento que realizamos no final do mês passado, em Santa Maria. Essa iniciativa do Movimento Tradicionalista Gaúcho é mais uma proposta que traz como objetivo principal a convivência entre os jovens tradicionalistas. A conquista das faixas de 1ª, 2ª e 3ª Prendas é secundária em relação aos ganhos que estes jovens adquirem ao participar do Concurso. Conhecimentos sobre a importância do respeito entre as gerações, a história do Rio Grande do Sul, as responsabilidades de uma prenda, são apenas alguns dos aprendizados.
Nessa quadragésima edição, as prendas do Rio Grande ganharam um belo presente. A edição do documentário “Prendas - 40 anos de concursos”, no qual se resgata o início da participação da mulher no Movimento, com belíssimos e importantes depoimentos das pioneiras Cyra Dutra Ferreira, Lia Santos Mariante, Nora Ferreira, Nilza Lessa, Alda Borghetti, além de depoimentos de prendas de gestões passadas. Um importante registro, que agora será distribuído para entidades tradicionalistas e servirá como material de pesquisa para esta e as próximas gerações. Parabéns a todas as prendas que participaram do evento e saibam que, independente do resultado, o Rio Grande precisa de todas vocês.”
Post: Felipe Basso - Blog MTG


fotos: portal de noticias Ijuhy.com
Abraços...
Sérgio Spier
9 de jun. de 2010
Concursos aproximam prendas e peões das artes manuais
A jornalista Mariana Mallmann assina, no jornal Eco da Tradição de junho, uma interessante matéria sobre como os concursos de peões e prendas podem aproximar os seus participantes das artes manuais. Em alguns casos, como os de Graziela e Felipe, pode até virar uma fonte de renda. Confira a reportagem na íntegra.
“Jovens espalhados por todo o Estado desenvolvem peças para consumo próprio e para venda. Graziela Bruxel e Felipe Philippsen servem como exemplo. Eles produzem acessórios para prendas e trabalhos em couro.
Um universo de crianças e jovens passa, anualmente, pelos concursos realizados pelas entidades tradicionalistas de todo o Estado. Destes, centenas seguem para as fases regionais e, outros tantos, para as estaduais. Conforme definido pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), um dos objetivos da Ciranda Cultural de Prendas e do Entrevero Cultural de Peões é elevar o nível cultural e intelectual dos concorrentes, estimulando a gradativa e natural integração com o meio do tradicionalismo organizado.
Através da Mostra Folclórica e da prova de Trança, prendas e peões, respectivamente, desenvolvem e aprimoram suas habilidades. Graziela Bruxel, de Estrela, e Felipe Philippsen, de Santo Augusto, servem como exemplo. Ambos descobriram talento para as artes manuais ainda na infância, porém, estabeleceram íntima relação após suas gestões. Ele foi Peão Destaque Campeiro do Rio Grande do Sul 2006/2007 e ela, Prenda da 24ª Região Tradicionalista, além de diretora dos departamentos Cultural e Artístico.
Graziela desenvolve acessórios para prendas, como flores e joias. Segundo ela, as confecções iniciaram há quatro anos. “Começamos a confeccionar para consumo, pois não achávamos em nossa região arranjos que fossem acessíveis. Com o tempo, resolvemos aprimorar nosso trabalho e introduzimos outros materiais. A linha de jóias veio junto com os arranjos, porém, com menos força no início”, revela.
Já Felipe desenvolve trabalhos com couro desde os 10 anos. Conforme o jovem, foram as atividades do campo que o apresentaram o tradicionalismo organizado. “Costumo trabalhar com tudo que envolve o couro, tanto para encilha quanto para vestimenta. Faço mais para venda do que para consumo, além de ser algo que faz muito bem para a alma, acalma e nos faz parar no tempo”, descreve.
VENDAS
Os arranjos e joias produzidos por Graziela, juntamente com uma equipe formada por outras três pessoas, já foram enviados para diversas regiões do Estado e também para a Amazônia, São Paulo e Mato Grosso. Para facilitar o acesso e a escolha dos interessados foi criado o sítio www.gana.net.br. De acordo com Graziela, o espaço está em fase de formulação e, em breve, oferecerá aos clientes imagens dos produtos e os contatos para compra. Como a representante da 24ª RT, Felipe utiliza também a Internet.
Ambos destacam a importância que o Movimento Tradicionalista Gaúcho teve em suas vidas. “Sem dúvida as contribuições foram diversas. Antes de concorrer a prenda não sabia me expressar direito, tinha medo das pessoas e vergonha de falar em público. Atualmente, tive que largar os cargos regionais, devido aos compromissos pessoais, mas sigo no meio, trabalhando com danças de salão e tradicionais e acessórios de prendas”, diz. Felipe acrescenta. “Os concursos me fizeram ver com outros olhos a realidade de hoje, a entender o que o MTG luta para manter e a elevar o meu conhecimento. Sou muito grato por tudo e, sempre que preciso, ajudarei sem esforços”, garante o peão de 22 anos.
Fonte: Blog do MTG
“Jovens espalhados por todo o Estado desenvolvem peças para consumo próprio e para venda. Graziela Bruxel e Felipe Philippsen servem como exemplo. Eles produzem acessórios para prendas e trabalhos em couro.
Um universo de crianças e jovens passa, anualmente, pelos concursos realizados pelas entidades tradicionalistas de todo o Estado. Destes, centenas seguem para as fases regionais e, outros tantos, para as estaduais. Conforme definido pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), um dos objetivos da Ciranda Cultural de Prendas e do Entrevero Cultural de Peões é elevar o nível cultural e intelectual dos concorrentes, estimulando a gradativa e natural integração com o meio do tradicionalismo organizado.
Através da Mostra Folclórica e da prova de Trança, prendas e peões, respectivamente, desenvolvem e aprimoram suas habilidades. Graziela Bruxel, de Estrela, e Felipe Philippsen, de Santo Augusto, servem como exemplo. Ambos descobriram talento para as artes manuais ainda na infância, porém, estabeleceram íntima relação após suas gestões. Ele foi Peão Destaque Campeiro do Rio Grande do Sul 2006/2007 e ela, Prenda da 24ª Região Tradicionalista, além de diretora dos departamentos Cultural e Artístico.
Graziela desenvolve acessórios para prendas, como flores e joias. Segundo ela, as confecções iniciaram há quatro anos. “Começamos a confeccionar para consumo, pois não achávamos em nossa região arranjos que fossem acessíveis. Com o tempo, resolvemos aprimorar nosso trabalho e introduzimos outros materiais. A linha de jóias veio junto com os arranjos, porém, com menos força no início”, revela.
Já Felipe desenvolve trabalhos com couro desde os 10 anos. Conforme o jovem, foram as atividades do campo que o apresentaram o tradicionalismo organizado. “Costumo trabalhar com tudo que envolve o couro, tanto para encilha quanto para vestimenta. Faço mais para venda do que para consumo, além de ser algo que faz muito bem para a alma, acalma e nos faz parar no tempo”, descreve.
VENDAS
Os arranjos e joias produzidos por Graziela, juntamente com uma equipe formada por outras três pessoas, já foram enviados para diversas regiões do Estado e também para a Amazônia, São Paulo e Mato Grosso. Para facilitar o acesso e a escolha dos interessados foi criado o sítio www.gana.net.br. De acordo com Graziela, o espaço está em fase de formulação e, em breve, oferecerá aos clientes imagens dos produtos e os contatos para compra. Como a representante da 24ª RT, Felipe utiliza também a Internet.
Ambos destacam a importância que o Movimento Tradicionalista Gaúcho teve em suas vidas. “Sem dúvida as contribuições foram diversas. Antes de concorrer a prenda não sabia me expressar direito, tinha medo das pessoas e vergonha de falar em público. Atualmente, tive que largar os cargos regionais, devido aos compromissos pessoais, mas sigo no meio, trabalhando com danças de salão e tradicionais e acessórios de prendas”, diz. Felipe acrescenta. “Os concursos me fizeram ver com outros olhos a realidade de hoje, a entender o que o MTG luta para manter e a elevar o meu conhecimento. Sou muito grato por tudo e, sempre que preciso, ajudarei sem esforços”, garante o peão de 22 anos.
Fonte: Blog do MTG
ABAIXO O POLITICO CHINELO
Aqui no sul não é Brasília, parabéns ao povo do Paraná.
Manifestação reuniu milhares. E lembrou Diretas Já
"Todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido" , afirmou na noite de hoje o presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, de cima do palanque da Boca Maldita, onde milhares de curitibanos se reuniram para protestar contra os atos de corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná. "Mas será que os eleitos para a Assembleia Legislativa estão exercendo esse poder da maneira correta?", perguntou Cavalcante. "A resposta é não", afirmou.
O discurso do presidente da OAB, que organiza o movimento O Paraná que Queremos, uma resposta às denúncias de irregularidades na Assembleia, foi um dos mais aplaudidos da noite. A população, que lotou o trecho da Rua XV entre a Praça Osório e o Palácio Avenida, reagiu a vários discursos com aplausos e gritos de ordem.
Famílias reunidas, trabalhadores, donas de casa, empresários, todos gritavam e pediam ética. "O povo unido jamais será vencido" e "Fora Justus" estiveram entre as palavras mais ouvidas.
Os manifestantes cantaram unidos também o Hino Nacional, executado pela cantora Mel Maia. Para o cientista político Ricardo Oliveira, da UFPR, a manifestação lembrou os melhores momentos da vida cívica nacional, como as Diretas Já, o pedido de impeachment de Collor e as manifestaçãoes contra a venda da Copel.
"Foi o mesmo clima. E todos esses movimentos foram vitoriosos. Uma demonstração cívica impressionante", afirmou Oliveira.
Segundo ele, a partir daqui fica inviável para Justus e Curi permanecerem na Mesa Diretora da Assembleia.
SÓ VOTE EM CANDIDATO FICHA LIMPA JÁ.
Manifestação reuniu milhares. E lembrou Diretas Já
"Todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido" , afirmou na noite de hoje o presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, de cima do palanque da Boca Maldita, onde milhares de curitibanos se reuniram para protestar contra os atos de corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná. "Mas será que os eleitos para a Assembleia Legislativa estão exercendo esse poder da maneira correta?", perguntou Cavalcante. "A resposta é não", afirmou.
O discurso do presidente da OAB, que organiza o movimento O Paraná que Queremos, uma resposta às denúncias de irregularidades na Assembleia, foi um dos mais aplaudidos da noite. A população, que lotou o trecho da Rua XV entre a Praça Osório e o Palácio Avenida, reagiu a vários discursos com aplausos e gritos de ordem.
Famílias reunidas, trabalhadores, donas de casa, empresários, todos gritavam e pediam ética. "O povo unido jamais será vencido" e "Fora Justus" estiveram entre as palavras mais ouvidas.
Os manifestantes cantaram unidos também o Hino Nacional, executado pela cantora Mel Maia. Para o cientista político Ricardo Oliveira, da UFPR, a manifestação lembrou os melhores momentos da vida cívica nacional, como as Diretas Já, o pedido de impeachment de Collor e as manifestaçãoes contra a venda da Copel.
"Foi o mesmo clima. E todos esses movimentos foram vitoriosos. Uma demonstração cívica impressionante", afirmou Oliveira.
Segundo ele, a partir daqui fica inviável para Justus e Curi permanecerem na Mesa Diretora da Assembleia.
SÓ VOTE EM CANDIDATO FICHA LIMPA JÁ.
8 de jun. de 2010
Rodeio de Osório
Recebi muitas reclamações sobre a qualidade das Avaliações das Danças Tradicionais no Rodeio de Osório.
Abraços.
Abraços.
QUEM É AVALIADOR DE RODEIO?
É pertinente algumas reflexões:
No momento da avaliação temos três personagens:
- O dançarino ( representa a arte viva). Todo o dançarino poderá ser um bom coreográfo e um bom avaliador.
- O coreógrafo (representa a arte mentalizada). Todo o coreógrafo já foi um bom dançarino e poderá ser um bom avaliador.
- O avaliador (representa a arte mensurada).Todo o avaliador não precisa necessariamente ter sido um bom dançarino, nem tão pouco um bom coreógrafo, mas ter a boa técnica da percepção.
Bom avaliador é aquele que ouve muito, fala o necessário, mas ensina mais.
Quando se dança, mostra-se o poder do corpo em relação a música;
Quando se coreografa, mostra-se o poder da criação em relação ao corpo e a música;
Quando se avalia, mostra-se o poder da caneta em relacão a criacão, ao corpo e a musica.
AVALIADOR:
O Avaliador (antigo julgador) é um misto de: Técnica, sentimento, idoneidade, vida pregressa (credibilidade instaurada), reconhecimento no meio, aceitação, referência.
TÉCNICA - domínio do absoluto, do coreográfico, do interpretativo e harmonico;
SENTIMENTO - percepção que o raciocínio lógico entende entre Tudo, Mais, Mais ou Menos, Menos e Nada, entende-se como o arbítrio da apreciação (cheiro, cores, vibração, emoção, beleza, naturalidade, espontaneidade, desprendimento, movimento, autenticidade).
IDONEIDADE - é a intenção na avaliação (isenção) - quanto o trabalho como avaliador vai contribuir para o crescimento didático e comportamental do grupo avaliado (cuidados redobrados nas mirins).
VIDA PREGRESSA - Quem e porque me convidaram. Pois tenho a minha história e tenho que preserva-la. Senão não me convidariam.
RECONHECIMENTO NO MEIO - Graças a empatia, simpatia, conhecimentos agregadores, multiplicadores, didáticos e técnicos.
ACEITAÇÃO - geralmente está relacionada a credibilidade e reconhecimento do avaliador.
REFERÊNCIA - Quais minhas ações realizadas, quais meus empenhos foram reconhecidos. De que linhagem cultural o avaliador surgiu, influenciado positivamente por quem, quanto quantifico minha humildade e como qualifico minha capacidade de aprender com os outros.
E para finalizar, se o que o avaliador está cobrando é condizente com todas as caracteristicas acima. Se ele tiver todas, está cobrando pouco; mas se faltar uma delas, já está cobrando demais.
Abraços.
No momento da avaliação temos três personagens:
- O dançarino ( representa a arte viva). Todo o dançarino poderá ser um bom coreográfo e um bom avaliador.
- O coreógrafo (representa a arte mentalizada). Todo o coreógrafo já foi um bom dançarino e poderá ser um bom avaliador.
- O avaliador (representa a arte mensurada).Todo o avaliador não precisa necessariamente ter sido um bom dançarino, nem tão pouco um bom coreógrafo, mas ter a boa técnica da percepção.
Bom avaliador é aquele que ouve muito, fala o necessário, mas ensina mais.
Quando se dança, mostra-se o poder do corpo em relação a música;
Quando se coreografa, mostra-se o poder da criação em relação ao corpo e a música;
Quando se avalia, mostra-se o poder da caneta em relacão a criacão, ao corpo e a musica.
AVALIADOR:
O Avaliador (antigo julgador) é um misto de: Técnica, sentimento, idoneidade, vida pregressa (credibilidade instaurada), reconhecimento no meio, aceitação, referência.
TÉCNICA - domínio do absoluto, do coreográfico, do interpretativo e harmonico;
SENTIMENTO - percepção que o raciocínio lógico entende entre Tudo, Mais, Mais ou Menos, Menos e Nada, entende-se como o arbítrio da apreciação (cheiro, cores, vibração, emoção, beleza, naturalidade, espontaneidade, desprendimento, movimento, autenticidade).
IDONEIDADE - é a intenção na avaliação (isenção) - quanto o trabalho como avaliador vai contribuir para o crescimento didático e comportamental do grupo avaliado (cuidados redobrados nas mirins).
VIDA PREGRESSA - Quem e porque me convidaram. Pois tenho a minha história e tenho que preserva-la. Senão não me convidariam.
RECONHECIMENTO NO MEIO - Graças a empatia, simpatia, conhecimentos agregadores, multiplicadores, didáticos e técnicos.
ACEITAÇÃO - geralmente está relacionada a credibilidade e reconhecimento do avaliador.
REFERÊNCIA - Quais minhas ações realizadas, quais meus empenhos foram reconhecidos. De que linhagem cultural o avaliador surgiu, influenciado positivamente por quem, quanto quantifico minha humildade e como qualifico minha capacidade de aprender com os outros.
E para finalizar, se o que o avaliador está cobrando é condizente com todas as caracteristicas acima. Se ele tiver todas, está cobrando pouco; mas se faltar uma delas, já está cobrando demais.
Abraços.
Projeto Memoria 1RT

Venha participar: você é a nossa história
Com o objetivo de resgatar a história da 1ª Região Tradicionalista, a coordenadoria está lançando o Projeto Memória que catalogará o histórico das entidades e da própria coordenadoria através da coleta destas informações junto à patronagens e pessoas que saiba algo sobre a história das entidades ou da região.
Uma equipe fará entrevistas e coletará as informações das entidades e outra fará a coleta de informações de ex-coordenadores e ex- prendas e ex-peões da região.
Qualquer pessoa que conheça alguma coisa ou tenha consigo material histórico da região, manuscritos, fotos recortes de jornais e revistas, ou mesmo que somente em sua memória, pode contribuir com seu relato para com este projeto.
O formulário para entrevistas pode ser baixado, preenchido e entregue no Encontro de Patrões dia 12 de junho no CTG Capela Grande, ou enviado via email para o endereço projetomemoria@1rtrs.com.br.
Será editado um livro com toda a história da Região e de suas entidades, o qual deverá estar sendo concluído em Março de 2011.
Colaboração Angélica Fraga
Tem tanta gente enganando muita gente...

Charge do blog de um companheiro
Som Campeiro
Os Mirins
Composição: Os mirins, Os serranos
"Tem tanta gente enganando nossa gente
Se infiltrando pelos nossos festivais
Na alegação de um falso modernismo,
E com o apoio de pseudo-intelectuais"
Um grande problema dentro do tradicionalismo são os pseudos-intelectuais, ou como disse (escreveu) Paixão Cortês numa brilhante obra, designou como ...tradicionalistas de um livro só...
Traduzo assim, pois estes ditam falsos conhecimentos ou regras com objetivo de atrair para si simpatias, reconhecimentos ou ate privilegios, ocultando sua verdadeira ignorância.
Alguns cargos proporcionam este fenömeno a pessoas menos preparadas para liderarem equipes de trabalhos.
Mas nas Curvas Retilineas e Uniformes, os humildes sempre prevalencem, pois estao desprovidos de interesses e se perpetuam por mais tempo.(Sergio Spier)
"Quero dizer pra essa indiada que chegue
Desde que seja com a gaita e um violão
Cantando coisas que falem das nossas coisas
para fazermos uma grande integração
Então unidos num grito forte iremos
Dizer ao mundo o que representa pra nós
Um canto livre como livre é a nossa gente
E que ninguém irá calar a nossa voz."
4 de jun. de 2010
Referente ao Maxixe
No site abaixo encontrei posts do assunto por mim divulgado em 06/04/2010
www.alabamawomen.org - nahoradoamargo.blogspot.com
"Bueno, estava lendo uma postagem do Sérgio Spier no que se refere os motivos no qual o Maxixe ganhou espaço entrando nos Centro de Tradições Gaúchas.
Lógicamente depois vetado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho.
Concordo plenamente com você Sérgio, infelizmente alguns CTG's brincam de fazer cultura, elegem patrões de baixo nível cultural que administram o Centro como se fosse uma empresa.
De nada adianta salão cheio e cultura "ZERO"!
Talvez fosse preciso mais que um simples CFor para que patrões possam tomar suas respectivas posses. Eu também participei de CFor, uma palestrinha curta e extremamente objetiva não basta para que estas pessoas sejam "devidamente educadas" e avaliadas.
Ai vai uma sujestão...
Que tal, quando as entidades apontarem nomes de novos patrões, o MTG interferir aplicando uma prova escrita e uma dissertação (ou crítica) abrangendo a palavra "cultura".
Com certeza esse sistema proporcionaria melhores resultados em curto prazo dentro dos CTG's. Teriamos pessoas verdadeiramente capacitadas "no carro chefe" de nossas entidades.
Abraço.
Fernando Massolini
Valeu a sugestão Fernando.
www.alabamawomen.org - nahoradoamargo.blogspot.com
"Bueno, estava lendo uma postagem do Sérgio Spier no que se refere os motivos no qual o Maxixe ganhou espaço entrando nos Centro de Tradições Gaúchas.
Lógicamente depois vetado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho.
Concordo plenamente com você Sérgio, infelizmente alguns CTG's brincam de fazer cultura, elegem patrões de baixo nível cultural que administram o Centro como se fosse uma empresa.
De nada adianta salão cheio e cultura "ZERO"!
Talvez fosse preciso mais que um simples CFor para que patrões possam tomar suas respectivas posses. Eu também participei de CFor, uma palestrinha curta e extremamente objetiva não basta para que estas pessoas sejam "devidamente educadas" e avaliadas.
Ai vai uma sujestão...
Que tal, quando as entidades apontarem nomes de novos patrões, o MTG interferir aplicando uma prova escrita e uma dissertação (ou crítica) abrangendo a palavra "cultura".
Com certeza esse sistema proporcionaria melhores resultados em curto prazo dentro dos CTG's. Teriamos pessoas verdadeiramente capacitadas "no carro chefe" de nossas entidades.
Abraço.
Fernando Massolini
Valeu a sugestão Fernando.
3 de jun. de 2010
REGIONAL DO ENART 1ª RT
DATA DA REGIONAL: 17 e 18 DE JULHO
LOCAL: GIGANTINHO
ULTIMO DIA PARA INSCRIÇÕES: DIA 1 DE JULHO
SORTEIO DA ORDEM DE APRESENTAÇÕES:
DATA: 14 de julho 20 hs
LOCAL: 35 CTG
APRESENTAÇÃO DO SAT
DATA: 4 DE JULHO AS 14 HORAS
NO ENCONTRO EXTRAORDINÁRIO DE PATRÕES
LOCAL: CTG ALDEIA DOS ANJOS .
fonte: site 1ª RT
LOCAL: GIGANTINHO
ULTIMO DIA PARA INSCRIÇÕES: DIA 1 DE JULHO
SORTEIO DA ORDEM DE APRESENTAÇÕES:
DATA: 14 de julho 20 hs
LOCAL: 35 CTG
APRESENTAÇÃO DO SAT
DATA: 4 DE JULHO AS 14 HORAS
NO ENCONTRO EXTRAORDINÁRIO DE PATRÕES
LOCAL: CTG ALDEIA DOS ANJOS .
fonte: site 1ª RT
25 de mai. de 2010
ORDEM DOS CAVALEIROS DE ALVORADA
Segue abaixo a relação dos cavaleiros pertencentes a ordem outorgados em 2008:
(ASPIRANTE)
Marcus Vinícius Pereira Hidalgo
CAVALEIROS TÍTULO RIOGRANDENSE (3° GRAU)
Adão Jorge Eisermann
Alcione Rocha Silva (sony)
Alex Ubirajara Eisermann
Antão Abade Alves Hidalgo
Fernando Roque Eisermann
Lairton Rodrigues de Lima (tiago)
TÍTULO “ANTÔNIO DE SOUZA NETO” (2° GRAU)
Aparício Machado
Arcendino da Silva
Huan Rodrigues Kuse
Iolando Maurício Campos Machado
Jairo Hoffmann da Silva
João Pedro Rott
João Ronaldo Porto Fagundes
Luis Henrique de Paula Franzen (fuca)
Mário Sérgio Knieling de Araújo (lulu)
Paulo Luiz Flach
Rogério Ramos de Brito
Valdecir Delfo da Silva (ciso)
Valdevino Rodrigues da Silva
TÍTULO “GEN. BENTO GONÇALVES” (1° GRAU)
Hélio Estácio Azambuja Pacheco
Vladimir Kuse (mano)
Wernek Bandeira da Costa
Fonte : Sergio Spier
(ASPIRANTE)
Marcus Vinícius Pereira Hidalgo
CAVALEIROS TÍTULO RIOGRANDENSE (3° GRAU)
Adão Jorge Eisermann
Alcione Rocha Silva (sony)
Alex Ubirajara Eisermann
Antão Abade Alves Hidalgo
Fernando Roque Eisermann
Lairton Rodrigues de Lima (tiago)
TÍTULO “ANTÔNIO DE SOUZA NETO” (2° GRAU)
Aparício Machado
Arcendino da Silva
Huan Rodrigues Kuse
Iolando Maurício Campos Machado
Jairo Hoffmann da Silva
João Pedro Rott
João Ronaldo Porto Fagundes
Luis Henrique de Paula Franzen (fuca)
Mário Sérgio Knieling de Araújo (lulu)
Paulo Luiz Flach
Rogério Ramos de Brito
Valdecir Delfo da Silva (ciso)
Valdevino Rodrigues da Silva
TÍTULO “GEN. BENTO GONÇALVES” (1° GRAU)
Hélio Estácio Azambuja Pacheco
Vladimir Kuse (mano)
Wernek Bandeira da Costa
Fonte : Sergio Spier
CORONEL CELSO SOARES
Segue abaixo algumas propostas do finado Coronel Celso no 52º Congresso Tradicionalista na cidade de Cachoeirinha, CTG Rancho da Saudade em 13, 14 e 15 de Janeiro de 2006.
Inclusão das Cavalgadas Oficializadas pelo MTG na Lei Estadual nº 11.719, como componentes da cultura popular sul-riograndense
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propõe que seja feita a inclusão das cavalgadas oficializadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcha na Lei Estadu-al nº 11.710, de 07 de janeiro de 2002, como um dos componentes da cultura popular sul-riograndense, juntamente com os rodeios crioulos. O Relator Airton Timm deu parecer favorável, desde que tenha o referendo a essa sugestão para que o Presidente encaminhe ao Legislativo Estadual inclusive com as diretrizes e regulamentos das cavalgadas.
Todo patrão eleito terá um deslocamento a cavalo em sua posse
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que o Patrão ou dirigente de uma entidade tradicionalista, quando da sua posse, deverá ter um deslocamento a cavalo composto por tradicionalistas (quando possível). O Relator Dauro Soares foi favorável, desde que não haja imposição e sim deixa como sugestão.
Criação de comissão para implantação de escolas de 1º e 2º Grau
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que seja aprovada a criação pelo Congresso Tradicionalista, de comissão no sentido de que, em curto espaço de tempo, o MTG possa criar e dispor de escolas de 1º e 2º graus; e a médio prazo, de sua própria universidade.
Fonte: Edição nº 83 da REDE DE INFORMAÇÕES DA 1ª RT em 25/01/2006 Waldemar Engroff
Inclusão das Cavalgadas Oficializadas pelo MTG na Lei Estadual nº 11.719, como componentes da cultura popular sul-riograndense
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propõe que seja feita a inclusão das cavalgadas oficializadas pelo Movimento Tradicionalista Gaúcha na Lei Estadu-al nº 11.710, de 07 de janeiro de 2002, como um dos componentes da cultura popular sul-riograndense, juntamente com os rodeios crioulos. O Relator Airton Timm deu parecer favorável, desde que tenha o referendo a essa sugestão para que o Presidente encaminhe ao Legislativo Estadual inclusive com as diretrizes e regulamentos das cavalgadas.
Todo patrão eleito terá um deslocamento a cavalo em sua posse
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que o Patrão ou dirigente de uma entidade tradicionalista, quando da sua posse, deverá ter um deslocamento a cavalo composto por tradicionalistas (quando possível). O Relator Dauro Soares foi favorável, desde que não haja imposição e sim deixa como sugestão.
Criação de comissão para implantação de escolas de 1º e 2º Grau
autoria do Coronel Celso Souza Soares
- Propôs que seja aprovada a criação pelo Congresso Tradicionalista, de comissão no sentido de que, em curto espaço de tempo, o MTG possa criar e dispor de escolas de 1º e 2º graus; e a médio prazo, de sua própria universidade.
Fonte: Edição nº 83 da REDE DE INFORMAÇÕES DA 1ª RT em 25/01/2006 Waldemar Engroff
SIGNIFICADO DE PONCHE VERDE
Qual o significado da expressão PONCHE VERDE?
Segundo a lenda, no século 19, quando os uruguaios tinham a posse da região da fronteira onde hoje é o município de Dom Pedrito, um soldado uruguaio, ao observar o banhado da região do Rio Santa Maria, comentou: "Parece um poncho verde", comparando a tradicional veste gaúcha com a cobertura verde da região. Provavelmente tal soldado nem ficou sabendo que o elogio acabou batizando a região. Nem da importância histórica que a mesma teria. Em 26 de maio de 1843, foi palco de decisiva batalha entre farroupilhas e imperiais. Dois anos mais tarde, em 28 de fevereiro de 1845, no mesmo lugar, foi assinado o tratado de paz do Poncho Verde, que selou o fim da Revolução Farroupilha.
Fonte! Edição nº 83 da Rede de Informação da 1ª RT em 2006, escrito por Waldemar Engroff - Jornal Zero Hora do dia 22 de janeiro de 2006
Segundo a lenda, no século 19, quando os uruguaios tinham a posse da região da fronteira onde hoje é o município de Dom Pedrito, um soldado uruguaio, ao observar o banhado da região do Rio Santa Maria, comentou: "Parece um poncho verde", comparando a tradicional veste gaúcha com a cobertura verde da região. Provavelmente tal soldado nem ficou sabendo que o elogio acabou batizando a região. Nem da importância histórica que a mesma teria. Em 26 de maio de 1843, foi palco de decisiva batalha entre farroupilhas e imperiais. Dois anos mais tarde, em 28 de fevereiro de 1845, no mesmo lugar, foi assinado o tratado de paz do Poncho Verde, que selou o fim da Revolução Farroupilha.
Fonte! Edição nº 83 da Rede de Informação da 1ª RT em 2006, escrito por Waldemar Engroff - Jornal Zero Hora do dia 22 de janeiro de 2006
HINO DE ALVORADA
Por força de lei municipal em Alvorada, todos os eventos solenes do municipio é executado ou cantado o Hino de Alvorada.
É de praxe em Alvorada, quando da abertura de rodeios e / ou encerramentos, todas as rondas gaúchas e em outros momentos a sua execução.
Vai abaixo a letra deste lindo Hino escrito por Estelamaris, para que possamos socializar o hino entre os alvoradenses, inclusive para alguns vereadores e secretários de governo que ainda não sabem cantar o mesmo nas solenidades.
Autora: Estelamaris Oliveira Cezar
Alvorada, terra amada
Valorosa e altaneira
És gloriosa e valente
Com orgulho és Brasileira.
Este povo que trabalha
Seu suor te faz crescer
Força, garra e coragem
O amor faz renascer.
Refrão: Alvorada, Alvorada
Sempre um novo amanhecer
És orgulho desta gente
Que te exalta e faz crescer.
Alvorada, brilha forte
Como o sol que vai nascer
Oh cidade abençoada!
És lição de bem viver.
Esta gente hospitaleira
Abre os braços com amor
Faz daquele a quem acolhe
Uma jóia de valor.
Alvorada sempre unida
Sem ter medo de avançar
Faz da solidariedade
Sua luz sempre a brilhar.
Este sol que nos aquece
Clareando em nossa história
Horizonte de esperança
Conduzindo para a glória.
É de praxe em Alvorada, quando da abertura de rodeios e / ou encerramentos, todas as rondas gaúchas e em outros momentos a sua execução.
Vai abaixo a letra deste lindo Hino escrito por Estelamaris, para que possamos socializar o hino entre os alvoradenses, inclusive para alguns vereadores e secretários de governo que ainda não sabem cantar o mesmo nas solenidades.
Autora: Estelamaris Oliveira Cezar
Alvorada, terra amada
Valorosa e altaneira
És gloriosa e valente
Com orgulho és Brasileira.
Este povo que trabalha
Seu suor te faz crescer
Força, garra e coragem
O amor faz renascer.
Refrão: Alvorada, Alvorada
Sempre um novo amanhecer
És orgulho desta gente
Que te exalta e faz crescer.
Alvorada, brilha forte
Como o sol que vai nascer
Oh cidade abençoada!
És lição de bem viver.
Esta gente hospitaleira
Abre os braços com amor
Faz daquele a quem acolhe
Uma jóia de valor.
Alvorada sempre unida
Sem ter medo de avançar
Faz da solidariedade
Sua luz sempre a brilhar.
Este sol que nos aquece
Clareando em nossa história
Horizonte de esperança
Conduzindo para a glória.
COMENTÁRIOS DE UMA HOLANDESA SOBRE O BRASIL
Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos enquanto que no Brasil se maximizam os negativos.
- Aqui na Holanda os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
- Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
- Nos Estados Unidos e na Europa ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo ou de lavar as mãos antes de comer.
- Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com a mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
- Em Londres existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal e tem fila na porta.
- Na Europa não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante o garçom ria na sua cara, porque não existia. Fumam até em elevador.
- Em Paris os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.
- Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura.
- Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece geralmente na hora em que estamos emotivos.
- O Brasil tem uma língua que apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua portuguesa.
- Os brasileiros mais esclarecidos sabem que têm muitas razões para resgatar as raízes culturais.
Os dados que seguem são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas últimas eleições, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil há quatorze fábricas de veículos instaladas e outras quatro se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre sete e quatorze anos, 97.3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros brasileiro é maior do que o da Itália, com mais de cinqüenta mil títulos novos a cada ano?
13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
14. Que as agências brasileiras de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
15. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
16. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do mundo?
17. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? Já caçaram até um Presidente.
18. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
19. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
20. Que os brasileiros são considerados os maiores amantes do mundo, enquanto que os ingleses e os árabes são os piores?
21. Que os brasileiros tomam banho todos os dias, às vezes mais de um por dia, enquanto que os europeus tomam em média um por semana? O país do mundo onde a Gessy Lever mais vende sabonetes é o Brasil.
Por que será que o brasileiro tem a mania de só ser nacionalista e patriota durante a Copa do Mundo?
Se fosse assim todos os dias, vibrador como é durante a Copa, talvez hoje o Brasil seria uma super potência.
Com essa atitude talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras todos irão, pelo menos por alguns momentos, refletir e sentir orgulho de ser BRASILEIRO!!!
Fonte: Ligia Miglieri
E A COPA ESTÁ AI PARA DEMONSTRAR ISSO. " VIVA O BRASIL"
- Aqui na Holanda os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
- Só existe uma companhia telefônica e (pasmem!) se você ligar reclamando do serviço corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
- Nos Estados Unidos e na Europa ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo ou de lavar as mãos antes de comer.
- Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com a mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
- Em Londres existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal e tem fila na porta.
- Na Europa não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante o garçom ria na sua cara, porque não existia. Fumam até em elevador.
- Em Paris os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir para lá dar aulas de como conquistar o cliente.
- Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura.
- Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece geralmente na hora em que estamos emotivos.
- O Brasil tem uma língua que apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua portuguesa.
- Os brasileiros mais esclarecidos sabem que têm muitas razões para resgatar as raízes culturais.
Os dados que seguem são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas últimas eleições, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil há quatorze fábricas de veículos instaladas e outras quatro se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre sete e quatorze anos, 97.3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
12. Por que não se orgulhar em dizer que o mercado editorial de livros brasileiro é maior do que o da Itália, com mais de cinqüenta mil títulos novos a cada ano?
13. Que o Brasil tem o mais moderno sistema bancário do planeta?
14. Que as agências brasileiras de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
15. Por que não se fala que o Brasil é o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
16. Por que não dizer que o Brasil é hoje a terceira maior democracia do mundo?
17. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados? Já caçaram até um Presidente.
18. Por que não lembrar que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
19. Por que não se orgulhar de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
20. Que os brasileiros são considerados os maiores amantes do mundo, enquanto que os ingleses e os árabes são os piores?
21. Que os brasileiros tomam banho todos os dias, às vezes mais de um por dia, enquanto que os europeus tomam em média um por semana? O país do mundo onde a Gessy Lever mais vende sabonetes é o Brasil.
Por que será que o brasileiro tem a mania de só ser nacionalista e patriota durante a Copa do Mundo?
Se fosse assim todos os dias, vibrador como é durante a Copa, talvez hoje o Brasil seria uma super potência.
Com essa atitude talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras todos irão, pelo menos por alguns momentos, refletir e sentir orgulho de ser BRASILEIRO!!!
Fonte: Ligia Miglieri
E A COPA ESTÁ AI PARA DEMONSTRAR ISSO. " VIVA O BRASIL"
O SENTIDO E AS CARACTERÍSTICAS DO TRADICIONALISMO
O SENTIDO DO TRADICIONALISMO
O Tradicionalismo consiste numa EXPERIÊNCIA do povo rio-grandense, no sentido de auxiliar as forças que pugnam pelo melhor funcionamento da engrenagem da sociedade. Como toda experiência social, não proporciona efeitos imediatamente perceptíveis. O transcurso do tempo é que virá dizer do acerto ou não desta campanha cultural. De qualquer forma, as gerações do futuro é que poderão indicar, com intensidade, os efeitos desta nossa - por enquanto - pálida experiência. E ao dizermos isso, estamos acentuando o erro daqueles que acreditam ser o Tradicionalismo uma tentativa estéril de "retorno ao passado". A realidade é justamente o oposto: o Tradicionalismo constrói para o futuro.
Feitas estas considerações preliminares, podemos tentar um conceito do movimento tradicionalista. E então diremos:
"Tradicionalismo é o movimento popular que visa auxiliar o Estado na consecução do bem coletivo, através de ações que o povo pratica (mesmo que não se aperceba de tal finalidade) com o fim de reforçar o núcleo de sua cultura: graças ao que a sociedade adquire maior tranqüilidade na vida comum".
CARACTERÍSTICAS DO TRADICIONALISMO
Mais do que uma teoria, o Tradicionalismo é um movimento. Age dentro da psicologia coletiva. Sua dinâmica realiza-se por intermédio dos Centros de Tradições Gaúchas, agremiações de cunho popular que têm por fim estudar, divulgar e fazer com que o povo "viva" as tradições rio-grandenses.
O Tradicionalismo deve ser um movimento nitidamente POPULAR, não simplesmente intelectual. É verdade que o tradicionalismo continuará sendo compreendido, em sua finalidade última, apenas por uma minoria intelectual. Mas, para vencer, é fundamental que seja sentido e desenvolvido no seio das camadas populares, isto é, nas canchas de carreiras, nos auditórios de radioemissoras, nos festivais e bailes populares, na "Festas do Divino" e de "Navegantes", etc.
Para alcançar seus fins, o Tradicionalismo serve-se do Folclore, da Sociologia, da Arte, da Literatura, do Esporte, da Recreação, etc. Tradicionalismo não se confunde, pois, com Folclore, Literatura, Teatro, etc. Tudo isso constitui MEIOS para que o Tradicionalismo alcance seus fins. Não se deve confundir o Tradicionalismo, que é um movimento,, com o Folclore, a História, a Sociologia, etc., que são ciências. Não se deve confundir o folclorista, por exemplo, com o tradicionalista: aquele é o estudioso de uma ciência, este é o soldado de um movimento. Os Tradicionalistas não precisam tratar cientificamente o folclore; estarão agindo eficientemente se servirem dos estudos dos folcloristas, como base de ação, e assim reafirmarem as vivências folclóricas no próprio seio do povo.
Fonte: mtg.org.br
" Estes conceitos são tão básicos para os tradicionalistas, como saber quem deu o grito as margens do Ipiranga em 1822 e, por serem tão básicos, passa despercebido aos dirigentes de algumas entidades". A unica "Mudança" que vejo possivel para os discursos de alguns "oposicionistas" é promover uma estruturação mais sólida nos departamentos culturais das entidades tradicionalistas ( que é o grande desafio). Porque muitas vezes propomos mudanças como alternativa para carenar o que deixou-se de fazer e isto está na base de formação de cada entidade bem como do seu dirigente." (Sergio Spier)
O Tradicionalismo consiste numa EXPERIÊNCIA do povo rio-grandense, no sentido de auxiliar as forças que pugnam pelo melhor funcionamento da engrenagem da sociedade. Como toda experiência social, não proporciona efeitos imediatamente perceptíveis. O transcurso do tempo é que virá dizer do acerto ou não desta campanha cultural. De qualquer forma, as gerações do futuro é que poderão indicar, com intensidade, os efeitos desta nossa - por enquanto - pálida experiência. E ao dizermos isso, estamos acentuando o erro daqueles que acreditam ser o Tradicionalismo uma tentativa estéril de "retorno ao passado". A realidade é justamente o oposto: o Tradicionalismo constrói para o futuro.
Feitas estas considerações preliminares, podemos tentar um conceito do movimento tradicionalista. E então diremos:
"Tradicionalismo é o movimento popular que visa auxiliar o Estado na consecução do bem coletivo, através de ações que o povo pratica (mesmo que não se aperceba de tal finalidade) com o fim de reforçar o núcleo de sua cultura: graças ao que a sociedade adquire maior tranqüilidade na vida comum".
CARACTERÍSTICAS DO TRADICIONALISMO
Mais do que uma teoria, o Tradicionalismo é um movimento. Age dentro da psicologia coletiva. Sua dinâmica realiza-se por intermédio dos Centros de Tradições Gaúchas, agremiações de cunho popular que têm por fim estudar, divulgar e fazer com que o povo "viva" as tradições rio-grandenses.
O Tradicionalismo deve ser um movimento nitidamente POPULAR, não simplesmente intelectual. É verdade que o tradicionalismo continuará sendo compreendido, em sua finalidade última, apenas por uma minoria intelectual. Mas, para vencer, é fundamental que seja sentido e desenvolvido no seio das camadas populares, isto é, nas canchas de carreiras, nos auditórios de radioemissoras, nos festivais e bailes populares, na "Festas do Divino" e de "Navegantes", etc.
Para alcançar seus fins, o Tradicionalismo serve-se do Folclore, da Sociologia, da Arte, da Literatura, do Esporte, da Recreação, etc. Tradicionalismo não se confunde, pois, com Folclore, Literatura, Teatro, etc. Tudo isso constitui MEIOS para que o Tradicionalismo alcance seus fins. Não se deve confundir o Tradicionalismo, que é um movimento,, com o Folclore, a História, a Sociologia, etc., que são ciências. Não se deve confundir o folclorista, por exemplo, com o tradicionalista: aquele é o estudioso de uma ciência, este é o soldado de um movimento. Os Tradicionalistas não precisam tratar cientificamente o folclore; estarão agindo eficientemente se servirem dos estudos dos folcloristas, como base de ação, e assim reafirmarem as vivências folclóricas no próprio seio do povo.
Fonte: mtg.org.br
" Estes conceitos são tão básicos para os tradicionalistas, como saber quem deu o grito as margens do Ipiranga em 1822 e, por serem tão básicos, passa despercebido aos dirigentes de algumas entidades". A unica "Mudança" que vejo possivel para os discursos de alguns "oposicionistas" é promover uma estruturação mais sólida nos departamentos culturais das entidades tradicionalistas ( que é o grande desafio). Porque muitas vezes propomos mudanças como alternativa para carenar o que deixou-se de fazer e isto está na base de formação de cada entidade bem como do seu dirigente." (Sergio Spier)
21 de mai. de 2010
Diversidade Musical no "Osório em Festa"
Shows sertanejos “aquecem” para rodeio de Osório
Meus comentários no Blog Roda de Chimarrão
Sergio Spier diz:
21 de maio de 2010 às 11:44 am
As prefeituras são livres para realização das festas com diversos temas com o compromisso de atingir a todos os públicos, pois a sociedade é feita por vários segmentos culturais, onde a manifestação artística no Brasil é extremamente eclética, pela diversidade cultural, pelos diversos traços de colonização, por diversas portas de influências regionais. Até porque o "Osório em Festa" (parabéns a prefeitura pelo evento) visa contemplar a todos os gostos. porém no que tange ao CTG, este deve fazer a sua parte, primando pela cultura regional e valorizando as suas caracteristicas, pois esta é a sua função neste cenário. Não é uma casa de shows e espetáculos, pois o seus estatuto não lhe confere este "objeto", e sim a manutenção da autenticidade cultural dos usos e custumes do povo sul Riograndense, senão, "estão fora da casinha".
Meus comentários no Blog Roda de Chimarrão
Sergio Spier diz:
21 de maio de 2010 às 11:44 am
As prefeituras são livres para realização das festas com diversos temas com o compromisso de atingir a todos os públicos, pois a sociedade é feita por vários segmentos culturais, onde a manifestação artística no Brasil é extremamente eclética, pela diversidade cultural, pelos diversos traços de colonização, por diversas portas de influências regionais. Até porque o "Osório em Festa" (parabéns a prefeitura pelo evento) visa contemplar a todos os gostos. porém no que tange ao CTG, este deve fazer a sua parte, primando pela cultura regional e valorizando as suas caracteristicas, pois esta é a sua função neste cenário. Não é uma casa de shows e espetáculos, pois o seus estatuto não lhe confere este "objeto", e sim a manutenção da autenticidade cultural dos usos e custumes do povo sul Riograndense, senão, "estão fora da casinha".
Despilchados nos CTGs
O autor do Blog Roda de Chimarrão, Geonvani Grizzoti faz referências as premiações e ingressos diferenciados para quem está pilchado ou não nos CTGs, criticando a obrigatoriedade dos tradicionalistas de andarem pilchados.
Postagem no Roda de Chimarrão 21 de maio de 2010 às 11:24 am ( Sergio Spier)
Aliás os despilchados que frequentam os CTGs deveriam pagar muito mais, pois os CTGs são associações particulares, cuja a participação deve ser exclusiva para sócios, como qualquer outra sociedade, pois seus sócios pagam mensalidades para usufruir das suas dependências. Subtende-se que os frequentadores das entidades tradicionalistas, por sua natureza são adeptos ou simpatizantes pelo modo comportamental, estrutural e cultural, pois todas elas possuem normas de condutas e procedimentos (estatutos registrados dentro dos padrões exigidos por lei). Portanto os CTGs são entidades voltadas aos interesses dos seu quadro de associados, demais, são turistas, curiosos ou futuros simpatizantes pela causa.
Portanto meu caro colunista, todo o frenquentador de CTG é do tempo que usar a indumentária gaúcha é referência para a prática do tradicionalismo sadio, e são centenas de milhares de adeptos. Acho que vsa. deveria aprofundar-se mais na busca de informações sobre este tema para não dar um tiro no pé como vem acontecendo.
Outra coisa é a informação no seu blog de que Tchê Músic é uma variação da cultura tradionalista. Está equivocado. Tchê Music é uma variação da música comtemporânea no Brasil e também no Rio Grande do Sul, como ocorreu com Axé music na década de 90. Para isso deve-se o interlocutor realizar um resgate da musicalidade no RGS deste a introdução da Gaita com a colonização italiana, passando pelas músicas regionalistas (e sua folclorização) até as MPGs ( música popular gaúcha ).(Sergio Spier)
Abraços;
Sergio Spier
Postagem no Roda de Chimarrão 21 de maio de 2010 às 11:24 am ( Sergio Spier)
Aliás os despilchados que frequentam os CTGs deveriam pagar muito mais, pois os CTGs são associações particulares, cuja a participação deve ser exclusiva para sócios, como qualquer outra sociedade, pois seus sócios pagam mensalidades para usufruir das suas dependências. Subtende-se que os frequentadores das entidades tradicionalistas, por sua natureza são adeptos ou simpatizantes pelo modo comportamental, estrutural e cultural, pois todas elas possuem normas de condutas e procedimentos (estatutos registrados dentro dos padrões exigidos por lei). Portanto os CTGs são entidades voltadas aos interesses dos seu quadro de associados, demais, são turistas, curiosos ou futuros simpatizantes pela causa.
Portanto meu caro colunista, todo o frenquentador de CTG é do tempo que usar a indumentária gaúcha é referência para a prática do tradicionalismo sadio, e são centenas de milhares de adeptos. Acho que vsa. deveria aprofundar-se mais na busca de informações sobre este tema para não dar um tiro no pé como vem acontecendo.
Outra coisa é a informação no seu blog de que Tchê Músic é uma variação da cultura tradionalista. Está equivocado. Tchê Music é uma variação da música comtemporânea no Brasil e também no Rio Grande do Sul, como ocorreu com Axé music na década de 90. Para isso deve-se o interlocutor realizar um resgate da musicalidade no RGS deste a introdução da Gaita com a colonização italiana, passando pelas músicas regionalistas (e sua folclorização) até as MPGs ( música popular gaúcha ).(Sergio Spier)
Abraços;
Sergio Spier
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